Dilma Rousseff (PT) à beira do impeachment
A sessão do impeachment da presidente da República Dilma Rousseff (PT), será realizada pelo plenário da Câmara Federal, à partir de sexta-feira,15, e no domingo, 17, à partir das 14 h, inicia-se a sessão para a votação dos deputados federais. Há um clima de pressão tanto por parte do governo Dilma Rousseff (PT), na tentativa de mobilizar o maior número de deputados favoráveis à manutenção de Dilma Rousseff no comando da Nação. Por outro lado, existe a outra parte da mobilização favorável ao pedido de impeachment de Dilma Rousseff (PT).
Uma coisa é certa: pelo que se percebera nestes dois últimos dias com amplas debandadas de deputados e partidos políticos saindo da base do governo Dilma Rousseff (PT), colocando cargos que ocupavam à disposição do governo federal, o impeachment de Dilma Rousseff (PT), já está praticamente dado como certo.
Vai tão somente depender agora da votação favorável da maioria no Senado Federal onde o PMDB e outros partidos representados possuem maioria favorável ao impeachment diante do que se viu com estas debandadas gerais e mais ainda: caberá ao Supremo Tribunal Federal (STF), dar o parecer conclusivo deste processo de impeachment de Dilma Rousseff (PT). O vice-presidente da República Michel Temer (PMDB), poderá em seguida assumir a presidência da República, mas viverá igualmente os mesmos pesadelos que está vivenciando Dilma Rousseff (PT).
Afinal, Temer cometera os mesmos erros de Dilma Rousseff (PT). Elegera-se juntos e cometera erros juntos. O conflito político administrativo está formado. O presidente da Câmara Federal Eduardo Cunha responde processo por prática de corrupção e desvios para paraísos fiscais. Portanto, a crise continuará instalada ano Brasil. pelos próximos dois anos e meio até as novas eleições de 2018.