Governo de Michel Temer (PMDB), prejudica ainda mais o Brasil
Saiu um grupo mafioso do comando do governo do Brasil nas mãos de Dilma Rousseff (PT) e fica o aliado, vice-presidente Michel Temer (PMDB), comandando provisoriamente o país neste período que tramita o processo de Impeachment de Dilma Rousseff (PT). Mas, o quadro político podre em que se encontra o Brasil nas mãos de mafiosos envolvidos em corrupção é algo assustador.
As três esferas de poder no país estão revelando o que há de mais vergonhoso em termos de falta de responsabilidade, ética e compromissos com a sociedade brasileira. Instituições como Congresso Nacional; Câmara e Senado Federal assim como dentro do próprio Supremo Tribunal de Justiça - STF, há fortes e comprometedoras ações mafiosas que há décadas vem colocando o Brasil no caminho do fundo do poço, seja em termos econômicos; social e político.
Ramificações de organizações criminosas dentro e fora do meio político brasileiro, compromete profundamente o andamento de soluções aos mais graves problemas nacional ( Saúde; Educação; Segurança Pública; Desenvolvimento Sócio-econômico e sustentável), por exemplo. Portanto, o governo de Michel Temer (PMDB) com vários de seus integrantes envolvidos em corrupção como vem mostrando a investigação da Lava Jato, da Petrobras, é algo muitíssimo grave e que merece pleno repúdio da população brasileira.
As revelações recentes em delações premiadas à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal por parte de vários corruptos envolvidos no escândalo mafioso de desvios bilionários da Petrobras e em outras empresas mistas do governo federal e até em ministérios de governo; traduzem esta triste realidade do Brasil. As consequências diretas são milhões de pessoas desempregadas e milhares de empresas fechando duas portas.
Renan Calheiros; José Sarney e Romero Jucá, ambos do PMDB envolvidos em corrupção
Delações recentes diante das investigações na Lava Jato mostrando o envolvimento do presidente do Senado Federal Renan Calheiros; o ex-presidente da República e atual senador José Sarney e ainda o ex-ministro de Planejamento Romero Jucá - todos do PMDB, envolvidos em corrupção e que em menos de três anos receberam propinas totalizando mais de R$ 70 milhões, sendo R$ 20 milhões para José Sarney; outros mais R$ 20 milhões para Romero Jucá e R$ 30 milhões para o presidente do Senado Federal Renan Calheiros - ambos do núcleo de comando do PMDB- um dos partidos mais envolvidos em corrupção no país juntamente com outros mafiosos do PT; PP; PCdoB; PR; PSD; PDT; e muitos outros mafiosos envolvidos em casos de corrupção e que integram a base aliada dos governo de Dilma Rousseff (PT) e de Michel Temer (PMDB).
Nem algumas lideranças do PSDB escapa de estarem envolvidos em casos de corrupção. A situação é grave do Brasil; face a dificuldade em gestão pública administrativa diante da atuação mafiosa de muitos agentes políticos deste país. E se esta crise chegou tem como fundo de apoio ingerência e apoio de outras estruturas que deixaram de fiscalizar a administração pública; tais como desde Assembleias Legislativas Estaduais em que muitos estados do país está simplesmente a bancarrota financeira; social e econômica, bem como; Tribunais de Contas dos Estados (TCEs), Ministério Público que somente mais recentemente acordara para a situação caótica deste país.
A crise do governo federal é tão grave que há falta de encontrar pessoas para assumir ministérios e que não estejam envolvidas em corrupção. O caso mais recente foi o da então deputada federal e presidente do PMDB-Mulher Fátima Pelaes (PMDB), que teve que deixar o cargo tão logo havia assumido da função de Secretária Nacional de Políticas Para as Mulheres, deixando esta função para que assumisse Solange Jurema (PSDB). A sociedade brasileira deverá permanecer atenta a quaisquer tentativa de mafiosos continuarem manipulando o governo federal em prol de benesses e interesses escusos. Outro caso emblemático há uma semana atrás foi do envolvimento de um dos dirigentes maiores do Bradesco envolvido no caso do Carf, investigado na Operação Zelotes - onde há suspeitas de mais de R$ 2,7 bilhões desviados e que deveriam ser recolhidos aos cofres públicos.