Tsunami da Lava-Jato provoca tremor em Santa Catarina

Até esta fase das investigações do maior escândalo de corrupção do mundo (Lava-Jato ); com centenas de bilhões saqueados dos cofres públicos de maneira criminosa: desvio aos paraísos fiscais; lavagem de dinheiro; caixa 2 para campanhas políticas; fraudes em licitações de obras, serviços, consultorias e superfaturamentos milionários em áreas públicas de todas as esferas (Executivo;L Legislativoe Judiciário), centenas de pessoas na maioria políticos estão sendo desmascarados diante da sociedade brasileira - tudo por integrar quadrilhas e praticarem ações mafiosas que prejudicam diretamente milhões de pessoas em todo o país.


Em Santa Catarina, até agora, já se sabe através das delações premiadas e pelos processos já determinados pela Procuradoria Geral da República (PGR); o Supremo Tribunal Federal (STF) e pela Polícia Federal (PF), diversos nomes bastante relacionados no meio político catarinense e nacional.

 

Máfia começa ser desnudada no Brasil e SC não fica fora deste tsunami

Alguns destes nomes incluem desde o atual governador Raimundo Colombo (PSD); a ex-ministra e ex-deputada estadual e ex-senadora por Santa Catarina Ideli Salvatti PT); o ex-prefeito de Florianópolis Cezar Souza Junior (PSD); o prefeito de Blumenau Napoleão Bernardes (PSDB); o senador Dalírio Beber (PSDB); o ex-prefeito de Joinville Carlito Merss (PT); a deputada estadual Ana Paula Lima (PT); o deputado federal e marido de Ana Paula Lima, Décio Lima (PT); o deputado estadual Jean Kuhlmann (PSD); o deputado estadual José Nei Ascari (PSD); o ex-prefeito de Imbituba (SC); Jailson de Souza (PSDB); o ex-prefeito de Navegantes Roberto Carlos (PSDB); o atual prefeito de Lages (SC); Antonio Ceron (PSD); além de André Agostini Moreno ( primo de Raimundo Colombo); José Carlos Oneda; Êneo Branco Antonio Gavazzoni; Nelson Serpa e Gelson Merísio, dentre outros que brevemente terão sido revelados em próximas delações premiadas que deverão ocorrer junto à Justiça federal e à Polícia Federal. à Imprensa, em nota ou durante entrevistas os envolvidos que já se manifestaram publicamente negam quaisquer irregularidades praticadas.