CPIs e mais CPIs em Santa Catarina

Corrupção. Desvios de dinheiro público. Roubo dentro de prefeituras. Uma séire de irregularidades administrativas como superfaturamento em compras; propinas, licitações irregulares e outras suspeitas sobre atos ilícitos são algumas das investigações feitas em várias prefeituras e acompanhadas pelas Câmaras Municipais e Ministério Público de Santa Catarina.

Em São Joaquim, na Serra Catarinense, foi aberta uma CPI- Comissão Parlamentar de Inquérito para apurar irregularidades na 18a.

Festa Nacional da Maçã. Constam suspeitas de 20 atos considerados ilíticos e um deles foi o recurso na ordem de R$ 150  mil entregue pelo Governo do Estado à Associação Feminina de Assistência Social-ASFASSJ e que contraria as finalidades desta instituição na  aplicação deste recurso público.

Em Joaçaba, no Meio Oeste Catarinense, CPI investiga possíveis irregularidades na área da Agricultura. O Vereador do Partido Verde -PV Fabiano Piovezan quer plena transparência destas investigações.  Outra reclamação e feita por uma vereadora do Partido dos Trabalhadores-PT de Joaçaba; diz respeito à não utilização de R$ 195 mil que deveriam ser investidos na construção de um centro poliesportivo na Localidade de Santa Helena e que acabaram sendo devolvidos ao Governo Federal por falha administrativa da prefeitura deste município.

Em Lages e Florianópolis, CPIs em fase conclusiva apontam muitas irregularidades

Na Capital de Santa Catarina- Florianópolis; uma CPI na Câmara Municipal apura denúncias de venda de votos durante a última votação que elegeu o presidente da Câmara Municipal.

Já em Lages, na Serra Catarinense uma CPI apura desvios de dinheiro público onde alterações na folha de pagamento salarial foi descoberta e vem sendo investigado até pela Polícia Civil além do Ministério Público.

A Polícia Federal foi solicitada pela CPI para ajudar a apurar o caso. Numa primeira fase das investigações supsita-se desvios acima de R$ 1 milhão, mas pode chegar bem mais deste valor. A CPI aguarda documentos por parte do Banco Itaú. Os salários de servidores envolvidos neste caso eram pagos pelo banco. A quebra de sigilo bancário e telefônico foi requerido pela CPI.