Operação Greenfield: Desembargador Ney Bello suspende por 40 dias investigações contra o ministro Paulo Guedes. Uma maravilha !
Vergonha ! Isto mesmo: já não basta a vagarosidade seja ela propositada ou não, os processos contra corruptos e mafiosos no Brasil são em grande parte protegidos por quem deveria acelerar o desfecho destes processos que são milhares deles contra principalmente muitos políticos e agentes públicos, suspeitos de desvios bilionários dos cofres públicos neste Brasil.
Na sexta-feira (14), o Desembargador do Tribunal Regional Federal (TRF) da 1a. Região Ney Bello, suspendeu por 40 dias as investigações contra o atual ministro da Economia Paulo Guedes no caso da Operação Greenfield, que investiga desvios bilionários dos cofres públicos brasileiro.
Paulo Guedes é acusado pela Justiça Federal, ou seja, pelo Ministério Público Federal (MPF), nas operações suspeitas entre 2009 a 2013 envolvendo estatais com uma das empresas a BR Educacional Gestora de Ativos; ligada ao ministro Paulo Guedes que é investigado por suspeitas de envolvimento em fraudes nos aportes feitos pelos vários fundos de pensões ligados a estatais como por exemplo o Funcef e da Previc, estão ainda o Previ ( Banco do Brasil); o Petros ( Petrobras) e o BNDESpar., que atua com investimentos de mercado de capitais. O Ministério Público Federal (MPF), começou investigar Paulo Guedes em 2018., antes mesmo das eleições.
O TCU ( Tribunal de Contas da União ) abriu um processo para também investigar supostas fraudes em operações feitas por uma destas empresas de Paulo Guedes, ministro da Economia, envolvendo os Fundos de Pensão. O valor de cerca de R$ 1 bilhão foi depositado na BR Educacional Gestora de Ativos, segundo as investigações e que resultaram em grandes prejuízos às estatais.
Na época do início destas investigações Paulo Guedes disse à Imprensa de que a denúncia \" era uma afronta à democracia \". O Presidente da república Jair Bolsonaro também assim que surgiu a denúncia contra Paulo Guedes, destaca publicamente de que havia um acordo com o então Ministro da Justiça Sergio moro para afastar qualquer integrante do seu governo que for acusado de maneira \" robusta \". Seria o prenúncio da saída de dois principais integrantes do Ministério da Economia e que eram braços direitos de Paulo Guedes em plena véspera de uma decisão da Justiça sobre o caso.