A política também tem cepas, variantes, mortíferas. Mas, falta a vacina ?
Não é somente vírus que possuem letalidade como ao nível do novo coronavírus Covid-19 o Ebola e muitos outros tipos de vírus. A política especialmente brasileira está sobrecarregada de vírus, cepas, variantes e muitas delas perigosas. Basta ver alguns vírus em decisões nada favoráveis à grande maioria do povo brasileiro. E a faxina, digo: o combate aos vírus malignos que atuam dentro e até fora do meio político brasileiro, precisam urgentemente serem extirpados.
Ou seja, serem retirados e somente um tipo de vacina ainda que muitas vezes não tão eficientes como deveriam, pois deixam muitas destas cepas continuarem mantendo o poder, atuação maligna na sociedade brasileira, proliferando decisões que somente acabam favorecendo a si próprios como exemplo disto: a imunidade parlamentar ou a capacidade de decidir pelos próprios aumentos salariais deste meio político nacional. E pior ainda: diante desta pandemia do novo coronavírus Covid-19, muitas destas cepas, destas variantes que circulam no meio político-administrativo e em todas as esferas de poder ( Legislativo; Executivo e até o Judiciário); acabam propiciando uma espécie de alianças prejudiciais que aprofundam, ampliam o terrível quadro de enfrentamento nesta pandemia da Covid-19 no Brasil.
O governo federal possui um Ministério da Saúde que é literalmente uma droga, não funciona como deveria funcionar diante desta pandemia. O Brasil é um vexame internacional devido à incompetência em atuar diante ao combate desta pandemia da Covid-19. Mais de 290.000 mil pessoas morreram pela Covid-19 no Brasil. Faltam leitos em hospitais em todo o país colapsado. Faltam até medicamentos para atender muitos pacientes entubados em hospitais deste país. Há filas de centenas de pessoas à espera de um leito em UTI e onde diariamente cerca de 2.000 pessoas morrem pela Covid-19 e onde centenas delas sequer chegam à um leito de UTI- É um crime hediondo e assistido de camarote pelo governo federal, estaduais e até municipais. 2022 está chegando.
É preciso o povo promover ampla faxina no combate ao vírus da corrupção; combater as muitas variantes malignas que estão extirpando a capacidade do Brasil avançar na solução dos graves problemas sociais, econômicos; bem com, resolução dos graves problemas que atingem áreas da Saúde; Segurança Pública, Meio Ambiente; Habitação; Desenvolvimento Sustentável; Educação, Cultura, esporte e Lazer, além da Agricultura; Habitação e Saneamento Básico. Chega da grande maioria do povo brasileiro continuar sofrendo diante de vírus malignos, cepas e variantes que atuam no meio político- administrativo deste país.
A única literalmente vacina capaz de combater estes vírus que resultam neste colapso da área da Saúde, Economia; Educação; Desenvolvimento; etc, é o voto consciente, responsável para com um novo Brasil -livre da pandemia não somente da Covid-19, porém, livre também destas cepas corruptas e prejudiciais ao Brasil, prejudiciais à maioria absoluta do povo brasileiro. Ajude a combater estes vírus espalhados já por todo o Brasil e á faz muito tempo, décadas.
E é sabido cientificamente, política e socialmente que as cepas, os vírus mudam. As variantes mudam a cada época. Então 2022, mais precisamente em outubro do ano que vem, uma imunização política nacional poderá ser feita com responsabilidade e acima de tudo com inteligência por parte da grande maioria do eleitorado brasileiro.