HORROR DOS CRIMES DE MADURO CONTRA HUMANIDADE SÃO DENUNCIADOS NA VENEZUELA
A dimensão do terror que vem sendo praticado pelo regime do ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, é algo semelhante ao do regime nazista durante a Segunda Guerra Mundial. Desde o dia 29 de julho passado, um dia após conclamar-se reeleito presidente da Venezuela e sem apresentar as atas da eleição com os resultados; provocando reação e levando milhares de eleitores oposicionistas à manifestações por todo o país; levantou uma série de denúncias diante da repressão sistemática generalizada na Venezuela. São desde casos de torturas; perseguições; cerca de quase 3.000 prisões arbitrárias; centenas de pessoas sequestradas; 25 assassinatos; dentre outras violações incluindo intimidações, ameaças; torturas físicas e psicológicas; violência sexual e que não cessaram na Venezuela. São tratamentos desumanos que segundo o Instituto Casla, levou à elaboração de documentos para pedidos de emissão de mandados de prisão contra o presidente da Venezuela Nicolás Maduro e outras pessoas que ocupam altos cargos de seu governo, cujos responsáveis por crimes contra a humanidade. Inúmeras fraudes ocorridas nas eleições na Venezuela; foram denunciadas por várias pessoas que acompanharam instantes iniciais da apuração dos votos nos locais de votações.
Eleição na Venezuela ocorrida no dia 28 de julho passado e que tem sido alvo de críticas de diversos governantes de vários países do mundo. As graves violações do regime do ditador da Venezuela Nicolás Maduro, levou o Instituto Casla e algumas outras entidades de defesa humanitária da Venezuela, pedir ao Tribunal Penal Internacional, a imediata prisão de Nicolás Maduro. Há, segundo informações, cerca de 3.060 pessoas detidas em vários presídios da Venezuela, desde o dia 29 de julho passado. São mais de 200 mulheres e centenas de jovens que estão detidos nesta que é uma repressão generalizada com marcações de casas de opositores ao regime de Nicolás Maduro; cancelamento e anulações de passaportes; prisões de centenas de líderes oposicionistas ao regime Maduro.
Na segunda-feira ( 26/8), as acusações contra a lisura do processo eleitoral venezuelano; ganharam maior peso diante das declarações de Juan Carlos Delpino, o qual foi um dos cinco diretores do CNE ( Conselho Nacional Eleitoral ), representando a oposição e que desde a eleição; assim como dezenas de outros líderes oposicionistas ao regime do ditador Maduro, encontram-se escondidos. Maduro determinou a prisão de todos os líderes de oposição ao seu governo e que inclui desde jornalistas, políticos oposicionistas, dentre outras pessoas que liderem manifestações contra o seu governo. Nicolás Maduro é denunciado pelos Estados Unidos e que busca prendê-lo por crimes que vão desde tráfico internacional de drogas; lavagem de dinheiro; crimes contra a humanidade e fraudes eleitorais e dentro do governo venezuelano.