CONGRESSO LIBERA R$ 1,66 BILHÃO EM EMENDAS CONTRÁRIAS DE REGRAS DO STF
Publicado em 04/02/2026
Autoria Destaque Catarina
E a farra com dinheiro público segue dominando entre centenas de políticos dentro do Congresso Nacional, onde o as escolhas individuais de parlamentares são atendidas fora das regras estabelecidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Isto significa uma afronta do Congresso Nacional contra o STF em que a liberação de R$ 1,66 bilhão em emendas denominadas " Emendas Bolsão ", são entregues para bancadas de vários partidos políticos representados no Congresso Nacional. Somente para este ano de 2025, são estimados cerca de R$ 58 BILHÕES para emendas parlamentares.
Segundo a Transparência Internacional, sobre essas emendas " Bolsão ", significa uma " artifício utilizado pelas bancadas estaduais no Congresso Nacional sem transparência ", em 2025. Segundo ainda a Transparência Internacional, o Brasil com deputados e senadores no Congresso Nacional seguem " reproduzindo " o antigo modelo " Orçamento Secreto " e que gastam sem a devida transparência estes recursos públicos. Nem há justificativa técnica quanto a existência de transparência.
AS " Emendas Bolsão ", possuem recursos públicos destinados sem que seja possível o rastreio destes dinheiro público onde jamais se saberá quem e para onde foi parar os recursos públicos. Só para ter -se ideia 28 emendas foram identificadas para órgãos com reconhecido histórico de desvios de recursos públicos, como exemplo, a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba ( Codevasf ) e o Departamento Nacional de Obras contra as Secas ( DNOCS).
SUPOSTAS QUADRILHAS, MÁFIAS, CORRUPTOS SEGUEM SOB MIRA DE INVESTIGAÇÕES DA POLÍCIA FEDERAL (PF)
As emendas " Bolsão ", fazem alusão à técnica utilizada por algumas fintechs, que utilizavam " contas- bolsão " para concentrar movimentações financeiras de várias pessoas ou instituições, dificultando desta forma, a identificação dos pagadores e dos recebedores de recursos financeiros.Recentes investigações da Polícia Federal (PF), apontaram que estas contas foram utilizadas por organizações criminosas para evitar controles e lavar dinheiro em grande monta- dezenas, centenas de bilhões. O caso do Banco Master e suas subsidiárias, além da Reag e tantas outras empresas investigadas pela PF recentemente, exemplificam grande parte do crime financeiro que vem ocorrendo no Brasil desde décadas.
Mais recentemente estorou diversos escândalos que envolvem uma série personagens alvos destas operações da PF e do MPF, Coaf, CGU e do TCU, além do Banco Central; Receita Federal e que envolvem como sendo alvos; desde vários políticos, alguns banqueiros; políticos; também alguns ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), e vários empresários sendo alvos das recentes investigações da Polícia Federal (PF).