EUA à beira do abismo econômico
O calote da dívida dos Estados Unidos é uma questão de tempo. Mais cedo ou mais tarde ela virá e com consequências incalculáveis para a economia mundial.
O presidente dos Estados Unidos Barack Obama buscou uma negociação com a Câmara e o Senado americano e na noite de último domingo havia conseguido avançar quanto à uma possível prorrogação e até uma elevação da margem do valor da dívida que hoje atinge a ordem de 14,9 trilhões de dólares.
Uma moratória chegou ser cogitada pelos Estados Unidos, mas Obama não deseja este caminho, pelo menos por enquanto. O mundo acompanha com expectativa a votação até terça-feira por parte do Senado dos Estados Unidos sobre que rumo tomará daqui para frente.
Uma coisa é certa: os Estados Unidos está na UTI e agoniza por um milagre financeiro. Algo que levará muitos anos e com um arrocho nunca antes vivenciado pela economia americana. Um calote da dívida deixaria um rastro de prejuízos em todas as economias especialmente dos países desenvolvidos e em desenvolvimento.
Para os países pobres o efeito seria ainda mais arrasador. Desemprego e quebras seriam os primeiros impactos caso os EUA apresente uma proposta de moratória da dívida. Agora, é preparar-se para daqui alguns anos, novamente os EUA voltar à tona com este sintoma, provavelmente ainda mais sério e ameaçador economicamente e socialmente observando.