Crise Mundial- Recessão na Europa e EUA

Em aprofundar ainda mais a recessão nos Estados Unidos e também na Europa. Este é o caminho pelo menos a médio e a curto prazos para os países em crise financeira profunda como ocorre com a Grécia que deve mais do que seu próprio Produto Interno Bruto-PIB, por exemplo.

E a Itália que entra com medidas governamentais de reduzir drasticamente os gastos públicos e ainda vai à China pedir dinheiro emprestado e que não é pouco. São bilhões e junto com seguro elevado de garantia dos empréstimos.

Nos Estados Unidos, o presidente Barack Obama quer aumentar impostos e decide também por fim às isenções milionárias para as empresas petrolíferas americanas.

Neste ano de 2011 nos Estados Unidos 71 bancos decretaram falência. Outro banco de grande porte americano resolveu nesta semana demitir 30 mil funcionários.

Os EUA também deve à China. A potência financeira americana dá sinais de impotência, mas poderá superar a crise daqui provavelmente uma década, caso até lá já não esteja numa crise como a da Grécia.

São novos tempos para rever o modelo de economia mundial que há dezenas, centenas de anos, consolidou um modelo centralizador, capitalista onde poucos tem bastante e muitos tem pouco, pouquíssimo.

 Os reflexos desta realidade começam dar sinais de que algo está muito equivocado. O Brasil possui ainda uma dívida interna muito elevada e não resolveu esta questão.

Também deve manter o combate permanente á corrupção que extrai dos cofres públicos bilhões por ano e vai parar nas mãos, nas contas bancárias de corruptos. Portanto, uma administração saudável de um país se faz com uma economia solidária, justa e transparente.

Os EUA ao investir bilhões em armamentos e guerras construiu seu próprio caminho de risco de falência e a grande maioria da população americana manifestou-se sempre contrária aos gastos públicos financeiros nesta área militarista de combates.

Agora, a maior luta é contra si próprio, ou seja, tentar salvar-se da recessão que está batento às portas americana.