EUA e a recessão

A crise dos Estados Unidos é maior do que imaginam os próprios americanos. O buraco que o presidente dos Estados Unidos Barack Obana terá que cobrir das dívidas dos EUA atinge mais de 4,5 trilhões de dólares e Obama já deu sinal de que vai mesmo cobrar mais impsotos e desta ves dos ricos americanos.

A resistências são maiores por parte das lideranças republicanas que poderão não votar o super Plano de Obama que está sendo encaminhado em novembro ao Congresso dos EUA para sua aprovação. Até os próximos dez anos Obama pretende com este novo plano econômico alcançar a cifra de US$ 10 trilhões aos cofres públicos americanos.

A recessão mundial ampliando-se como na Europa onde a Itália, Espanha estão com profunda crise econômica e social, assim como na Grécia que poderá ter maiores dificuldades a já existentes devido às resistências de países mesmo europeus em dar maior ajuda à Grécia.

E na ONU durante discurso de abertura nesta semana a presidenta da República do Brasil Dilma Rousseff, antecipou-se ao sinalizar que mesmo o Brasil sofrendo menos com a crise atual mundial, não está totalmente seguro de sofrer no futuro os efeitos desta recessão mundial. Prudência e cautela foi o mínimo que Dilma sabiamente deu o recado de alerta também aos brasileiros.