Bancos e ameaça de quebra
Quebradeira de grandes bancos na maioria dos países da Europa poderá levar à uma recessão nunca antes convivida pela grande maioria dos países em todo o mundo.
As previsões na área econômica mundial não são nada animadoras diante declarações de principais lideranças da área econômica de vários países, principalmente na Europa. Somente a Grécia necessita de U$S 8 bilhões como socorro financeiro.
Somente a França e a Alemanha, atualmente é que poderiam socorrer não somente a Grécia, mas a Itália; Irlanda; Espanha e Portugal- os mais críticos financeiramente.
Além disto, os Estados Unidos também convive com um início de fase recessiva e diante um dilema: aprofundar ainda mais a dívida interna com injeção de mais moeda com o novo e grande plano econômico que Obama pretende aprovar no Congresso.
A reunião do grupo das vinte maiores potências econômicas que deverá ocorrer em novembro, deverá contar com amplo debate sobre alternativas para superar a crise financeira de muitos países considerados desenvolvidos e que passam por uma grande ameaça de recessão profunda como a que está batento às portas de vários países, especialmente na Europa.
Com a quebradeira de grandes bancos europeus, a extensão da crise econõmica financeira será imediata e refletirá em todo o mundo. As bolsas de valores terão um impacto aterrorizante em termos financeiros e a base da pirâmide da economia não estará imune à esta crise econômica mundial.
O Brasil que possui uma dívida interna elevada e que tem um comprometimento ampliado de sua receita com pagamentos internos com a folha de pagamento da previdência social e orçamento de despesas asseguradas e garantidas por lei na Saúde; Educação, por exemplo, terá também efeitos diretos do que está ocorrendo atualmente nos EUA e na Europa. Lição que serve de alerta à população mundial que está diante uma nova realidade de exercitar e conviver com a nova dinâmica da economia mundial.