Código Florestal em debate
As novas mudanças dentro da concepção elaborada com o novo Código Florestal do Brasil , na véspera de chegar ao Senado Federal, vem recebendo uma enorme resistência nas bases que atuam com políticas de preservação ambiental no país e até do exterior, preocupados com a amplitude do protencionismo exploratório e histórico desenvolvido ao longo de centenas de anos no Brasil.
A ex-candidata à presidência da República Marina Silva; uma das respeitadas autoridades em defesa de políticas de desenvolvimento sustentável no Brasil e no restante do planeta; vem mostrando sua preocupação com grande parte das alterações do novo Código Florestal Brasileiro. Marina Silva defende que haja punição aos que desmataram as matas e florestas nativas no país, mas o novo código prevê
que não sejam penalizados quem praticou ao longo de décadas o desmatamento de florestas nativas deste país. Estima-se em mais de R$ 4 bilhões os recursos com perdão das multas aos que praticaram a exploração desordenada e ilegal da mata nativa, principalmente na região amazônica. Um absurdo favorecer quem praticou danos à natureza neste país. O senador de Santa Catarina e ex-Governador Luiz Henrique da Silveira (PMDB), é relator da matéria.