Operação abafa da máfia
Um aparelhamento imbutido pela máfia no Brasil; há décadas nas principais instituições de combate ao crime organizado no país, vem provocando uma espécie de tentativa de atrapalhar os trabalhos dentro da Polícia Federal, Ministério Público Federal, Ministério Público Estaduais e até junto aos Tribunais de Contas espalhados pelo Brasil. Algumas já manifestações dentro de diversas Assembleias Legislativas dos estados; na Câmara Federal e no Congresso Nacional, a exemplo de episódios como ao da CPI de Carlinhos Cachoeira que não alcançou nenhuma definição. Foram mais de oito meses perdidos de trabalhos desta comissão parlamentar. Há outros diversos exemplos recentes registrados nesta semana como em Santa Catarina. Ocorre que a Assembleia Legislativa de SC; através de projeto de lei; poderá impedir que o TCE- Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina, analise mais de 3 mil processos administrativos contendo possivelmente graves problemas, os quais foram cometidos antes dos últimos cinco anos.
Outro aspecto relevante, trata-se dos chamados processos investigatórias que tramitam há anos junto ao Judiciário brasileiro sob a denominação sigilosa e que muitos deles estão relacionados à crimes graves contra o patrimônio público estaduais e nacional. Nestes processos que não chegam nunca em sua maioria à nenhuma decisão final, tem no seu bojo o envolvimento de muitos políticos e empresários tidos atualmente como notáveis figuras de forte influência nestes órgãos públicos. Ou seja, garante propinas; favorecimentos como aso recentes escândalos revelados diante da atuação da própria Polícia Federal que resiste forte pressão de setor do Governo Federal na tentativa de não acelerar os trabalhos de combate à corrupão no país.
Afinal, esse esforço da Polícia Fderal e do Supremo Tribunal Federal- STF, tem feito alguns estragos na rede mafiosa no Brasil. Tanto o Ministério Público Federal, Estaduais; Corregedoria Geral da União- CGU; Tribunais de Contas dos Estados; estão mais atentos do que nunca no combate à corrupção, mesmo tendo pontos de resistências internas como já manifestados em várias situações nestes últimos dois a três anos no país. Agora, ambos buscam o aprimoramento dos trabalhos de combate à corrupção;.Promovem campanhas contra a corrupção. Desta forma, minimizam a série de problemas que historicamente se mantinham dentro destas estruturas de serviços à sociedade brasileira. São novos tempos e a fiscalização social deve manter-se no dia-a-dia contra a corrupção em todo o Brasil.