Governo de SC X Máfia

E os relatórios do Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina-TCE/SC, apontam ao longo dos últimos anos, as controvertidas situações que traduzem os largos prejuízos à população catarinense. São empresas criadas pelo Governo Estadual Catarinense ao longos destes últimos anos e que provocam rombos milionários.

 

Atrás destas companhias  em que uma gama de oportunistas adquirem ações e lucram de forma exorbitante, enquanto ao contrário, as empresas oferecem baixos resultados de  serviços à população, ou seja, para quem paga a conta, seja ela relativa ao consumo da água. energia, por exemplo. A Casan, possui  além da presença do Estado, um grupo de acionistas onde está a Codesc.

 

Aí que reside a estratégia onde um grupo de pessoas possuem ações da Codesc e indiretamente lucram com os recursos arrecadados pela Casan. Exemplos assim, são vários dentro do Governo do Estado de Santa Catarina. Uma máfia que se utiliza da ocupação de espaços administrativos, pois muitos dos acionistas ou já ocuparam direções de emprresas tais como da própria Casan; Celesc; SCGás, Codesc; dentre outras empresas co-participativas do Governo do Estado de Santa Catarina, ou que ainda estão ocupando cargos no Governo do Estado de SC. 

 

Na listagem dos acionistas da Codesc que tem ações da Casan, constam nomes tais como:  Ubiratan S. Rezende; Miguel Ximenes; dentre outros que já ocuparam cargos administrativos considerados chaves no Governo do Estado.

 

Raposas cuidando do galinheiro no Governo de SC
É a chamada estratégia da raposa cuidando do próprio galinheiro. E o resultado toda a população já sabe. Ou seja, hajam galinhas para saciarem a fome das raposas. Quanto aos serviços para a população: falta água; falta energia elétrica; faltam recursos para recuperar rodovias; para pagar melhor os servidores públicos como policiais; professores.

 

Só não falta dinheiro para pagar auxílio-moradia para deputados, juízes, desembargadores; conselheiros do Tribunal de Justiça e do Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina-TCE/SC, dentre outros privilégios que o povo catarinense sequer faz ideia do que haja e com o dinheiro público- que é mais grave.

 

Corrupção que começa pela elaboraçõ da lei
A garantia de privilégios tais como ao do auxílio-moradia em Santa Catarina como no restante do país, é uma vergonha. E o mais vergonhoso, excrupuloso é ver a declaração como ao do presidente da Associação dos Magistrados do Estado de Santa Catarina ( na edição do Diário Catarinense, veja dia 20 deste mês de fevereiro), onde declara .. não s epode ser IMORAL o que está previsto na LEI\".  

 

Como destacou um administrador de empresas bastante conhecido em São José,SC, \" os direitos são usufruidos por uma minoria que usa brechas da lei a seu favor\", e o pior: sem o mínimo pudor, sem a mínima vergonha, sem o mínimo respeito aos cidadãos contribuintes que pagam elevados impostos, tributos, mas que sequer tem o respaldo da proteção da Justiça deste país. Vejamos: somente agora com a pressão popular deste súltimos dois a três anos é que muitos segmentos como do Judiciário; Legislativo e Executivos descobriram que deve haver TRANSPARÊNCIA. E poque não o fizeram muitos anos atrás, é de se questionar.

 

Uma vergonha!
Portanto, a máfia, corruptos continuam entreverados dentro destas esferas administrativas usufruindo das benesses e \" protegidos por leis\". Leis que eles próprios promovem e que proprocionam-lhes benefícios milionários. É hora de executar-se também uma espécie de Operação Combate aos Corruptos.  Utilizar a Força Nacional se necessário for.

 

Afinal, cerca de 70 % do Congresso Nacional já estaria  pratiamente dentro de cadeias, pois são suspeitos e respondem na Justiça por atos criminosos ou por corrupção ou por outros crimes.  Começando pelos presidentes atuais do Senado; da Câmara Federal (do deputado federal Paulo Maluf,PP) , dentre outros e ainda dos envolvidos no mensalão.

 

Em SC abusos que merecem investigações
Em Santa Catarina, a máfia age com estratégias e provocando rombos nos cofres públicos. Um dos casos mais recentes foi a decisão do TCE que pediu que a SCGás devolva imediatamente dezenas de milhões aos cofres do  Governo do Estado. Assim como a SCGás, outras companhias parceiras com o Estado de Santa Catarina, deverão realizar o mesmo. isto é: devolver dinheiro público.  E diante estes escrupulos há inoperância da Justiça e das investigações que deveriam a exemplo da ação contra bandidos, agir também contra quem pratica atos suspeitos de graves irregularidades administrativas em Santa Catarina.