Risco ao meio ambiente em SC
O acidente registrado há poucos meses atrás em Florianópolis,SC, quando ocorreu o derramamento de óleo de um dos transformadores de energia elétrica em uma subestação desativada da Celesc, na região Sul da Ilha de Santa Catarina; acendeu o alerta sobre os riscos eminentes existentes em outras regiões do estado catarinense.
Os efeitos imediatos daquele acidente provocado por ato de vandalismo e que está sendo investigado pela polícia e que provocou danos ao meio ambiente, onde cerca de 700 hectares de área marítima próxima do local em que houve o vazamento de óleo do transformador de energia elétrica da Celesc; foram muito sérios com danos financeiros e ambientais.
Segundo informações, a falta de um dispositivo obrigatório que evitaria o desastre como ao ocorrido em Florianópolis,SC, poderia ser então evitado utilizando-se uma caixa separadora de água e óleo e uma caixa coletora.
Como não existem estes aparatos, a situação na celesc é alarmante, ou seja, menos de 35% dos transofrmadores da empresa instalados possuem este dispositivo. De construção simples, trata-se de um tanque de concreto ou PVC, instalado sob o transformador, no solo, e que permitirá a contenção imediata do volume caso derramado, além da sepração em compartimentos da água oriunda da chuva.
No caso do derramamento ocorrido na chamada CeFA, ( subestação desativada ) localizada na região Sul da Ilha de Florianópolis, se a Celesc tivesse o equipamento instalado, o desastre teria sido evitado.
Situação crítica abrange reguladores de tensão
A situação preocupante não atinge tão somente a questão dos transformadores da Celesc em todo o Estado de Santa Catarina.
Vai mais além. isto é: os reguladores de tensão possuem situação alarmante,s egundo informações publicadas pelo Jornal da Intersindical dos Eletricitários de Santa Catarina, apontando que como são instalados nas vias públicas ou rurais, além do livre acesso ao vandalismo, encontram-se diretamente sujeitos a albarroamentos por veículos.
Em média, um banco de reguladores acumula cerca de 300 a 3 mil litros de óleo, dependendo do tamanho do equipamento. Portanto, são preocupações com relação á manutenção e aos cuidados ambientais e de saúde pública que estão sendo apontados como alerta em Santa Catarina.