Nepotismo e cabide de emprego em SC
Nepotismo?
O governador do estado de Santa Catarina Raimundo Colombo (PSD), coloca o sobrinho filho do ex-prefeito de Lages Décio Ribeiro, o jovem Gabriel Ribeiro no cargo de secretário regional da Secretaria de Desenvolvimento Regional de Lages, na Serra Catarinense.
Mais um no \"cabide de emprego\" como afirmara o ex-senador e atual governador de Santa Catarina Raimundo Colombo (PSD) durante véspera das eleições da reeleição do ex-governador Luiz Henrique da Silveira (PMDB), referindo-se às 36 Secretarias de Desenvolvimento Regional espalhadas em Santa Catarina e que dão despesas milionárias ao Governo do Estado.
Os verdadeiros \"cabides de emprego\" agora servem também para abrigar sobrinhos de políticos; filhos de políticos e apadrinhados de políticos. Quem espera ver uma renovação no modo de se praticar política-administrativa no Brasil e em especial em Santa Catarina, vai ter que esperar talvez séculos.
Enquanto isto em Santa Catarina a maioria dos hospitais em crise
Enquanto isto a maioria dos hospitais como do Infantil Joana de Gusmão em Florianópolis,SC, está na UTI, prestes a fechar as portas. Afinal, das dez salas de cirurgias apenas duas estão atendendo. Falta de tudo neste hospital: enfermeiros, médicos, equipamentos e o mais grave é que mais de 400 crianças esperam na fila por cirurgias.
Muitas destas crianças em estado de emergência. É criança à beria da morte em Santa Catarina diante a incompetência de governos corruptos. Basta ver na Justiça as centenas de processos tramitando e que apuram denúncias de graves irregularidades administrativas de vários governos em Santa Catarina.
Muitos destes crimes já prescreveram graças ao atraso dos trabalhos da Justiça que beneficiou com isto muitos mafiosos que desviaram dinheiro público em Santa Catarina. E para dificultar ainda a transparência da Justiça em Santa Catarina, colocam muitos destes processos investigatórios em \" Segredo de Justiça\".
Mas, basta ver alguns casos e ver os absurdos que ocorrem por detrás destes processos investigatórios. O da Uniplac em Lages que apura um rombo milionário em mais de R$ 35 milhões da Universidade do Planalto Catarinense é um deles, por exemplo.