Amin reage e com razão
Assim seria demais ! Isto é: unir o PSD; PMDB, PT e o PP. Credo! exlcama um leitor ao ler em plena manhã de sábado, dia 20, em coluna de um jornal catarinense. Pudera. Do jeito que a conduta partidária atualmente da maioria das siglas atuam em todo o Brasil, jogando acima dos interesses da sociedade brasileira, determinando apenas objetivos de interesses pessoais e de pequenos grupos que dominam a direção da maioria destas siglas partidárias, não seria de estranhar a união, se assim puder ser chamada as silgas todas juntas do PSD; PMDB; PT e o PP arrastando ainda numa ampla coligação em apoio á reeleição do atual governador Raimundo Colombo (PSD), e pela qual seria também este apoio à reeleição da presidenta Dilma Rousseff (PT).
Um pouco de vergonha seria o ideal
Um pouco de vergonha na cara e um mínimo de responsabilidade com os eleitores catarinenses seria fundamental na construção de uma coligação política-partidária. Com razaão o ex-governador e atual deputado federal Esperidão Amim,PP, reagiu fortemente à presença do PP nesta coligação. Seria uma afronta ao eleitor catarinense, destacou.
Também a maioria do PT catarinense demonstrou em plena sexta-feira em Lages que rejeita esta coligação. Já é um bom sinal. Estranhamente a única à manifestar que poderia manter um canal aberto para uma possível coligação desta natureza foi manifestada pela deputada federal Luci Choinacki (PT). Quem viu Luci poucos anos atrás atuando de maneira fortemente radical em não abrir mão de uma história política e de ideais políticos do PT, agora, ao contrário, defende unificação com setores liberais, antes o liberalismo recebendo severas críticas por parte da parlamentar.
Mas, política no Brasil é assim: depois que Lula abraçou Maluf; que Ideli dançou com Nelson Goetten, e que o PSD está na base de governo de Dilma Rousseff; que muitas outras lideranças de direita trocaram de siglas para estar ao lado de lideranças de esquerda no país, resta mais o quê na credibilidade e responsabilidade política no Brasil ? Quem terá que dar respostas a estas posturas será o eleitorado brasileiro. Afinal, chega de o cidadão ser ludribliado com falsas promessas e quase nada de soluções aos graves e sérios problemas nacional.