Dilma pede ajuda

Com a aproximação das eleições de 2014, a velha prática política de muitos deputados e senadores continua sendo a tônica dos interesses que vão além do aspecto tão somente do apoio ao Governo Federal, seja ele de que lado for. Agora, diante rebeldia de setores aliados da chamada base do governo Dilma Rousseff (PT), em que dos 420 deputados federais que integram a base, o governo Dilma não consegue sequer colocar 257 destes deputados numa só sessão da Plenária na Câmara para votar projetos de extrema importância ao país.

 

Foi o caso de última segunda-feira, em que mais um vexame ocorreu quanto deveria ser votada a MP sobre a redução de energia. Para reforçar o diálogo com a prória base do Governo, a presidente Dilma reforçou o meio campo pedindo ajuda aos ministros da Educação Aloizio Mercandate e à ministra da Casa Civil Gleisi Hoffamann para auxiliar a ministra Idlei Salvatti nestes diálogos com parlamentares especialmente da base de governo.

 

É sempre assim: chega perto de eleições e após terem benefícios com emendas e mais recursos para emendas parlamentares e a rebeldia é a forma única de pressionar o Governo Federal para tetnar arrancar mais e mais benefícios que somente parlamentares podem dizer ao povo quais são estes benefícios que tanto provocam rebeldia quando não alcançam-os.

 

Não dá para entender tão complicada base sem entendimento junto ao Governo Federal em plena véspera de uma nova eleição.