Dilma e aliados em apuros
O povo brasileiro está indo às ruas. O sinal vermelho dá o tom da sacudida na classe política do país. A presidenta da República Dilma Rousseff (PT), chama em reunião urgente nesta segunda-feira,24, em Brasília,DF, todos os governadores e todos os prefeitos das capitais do país. Motivo: agilizar o mais rápido possível tomada de algumas medidas que visem amenizar o impacto das manifestações do povo brasileiro. O poder emana do povo para o povo, diz um velho jargão político. Lamentável que este poder não seja admitido por quem detém o poder (executivo, legislativo ou judiciário) no Brasil. Agora, autoridades constituídas do país, viram de vez que há sim um outro e verdadeiro poder: o povo.
Manifestações não páram e podem aumentar
Não haverá trégua à classe política brasileira. Este primeiro sinal das manifestações em todo o Brasil deixou bem claro que o povo quer transformações e reformas. Chega de sacanagem com a paciência do povo deste país. Chega de supersalários para políticos. Chega de aposentadorias fraudulentas. Chega de auxílio disto e daquilo. Chega de nepotismo.
Chega de jeitinho brasileiro. Chega da máfia manipular o povo brasileiro. Chega de jorrar dinheiro público na grande mídia que explora recursos financeiros abusivos e que poderiam serem destinados à Saúde; Educação; Segurança Pública. Chega de superfaturamento de serviços ao setor público e que bem poderiam serem evitados ou praticados com valores bem menores. Enfim, chega de promessas por parte de políticos demagogos.
Chega de reeleição de políticos mafiosos. Portanto, o Governo Dilma Rousseff (PT), que aliou-se ao que há de mais atrasado na política do Brasil, manter este sistema falido, degradado e recheado de mazelas. Ou o povo brasileiro faz de vez as transformações neste Brasil, ou a classe política em sua grande maioria continuará sugando o sangue; a paciência e os recursos financeiros da maioria do povo brasileiro.
Hora da mudança
É hora de botar um chega para lá em José Sarney; Dilma Rousseff; Lula; Renan Calheiros ; Collor de Mello; Paulo Maluf; Esperidião Amin; Jorge Bornhausen; Paulo Afonso; Leonel Pavan; Ideli Salvatti; Luiz Henrique da Silveira; Eduardo P. Moreira; e centenas de outros políticos tradicionais que ao longo destes últimos 20 e 30 anos, ocupando mandatos eletivos, sequer propuseram as verdadeiras transformações no país.
Aliados; conseguem manter-se no poder através de negociações partidárias excusas, que acabaram com a ética na política. Acabaram com as ideologias e quase acabaram com o sonho de milhões de brasileiros que agora, acordaram-se para o caminho de um novo Brasil.
Agnaldo Godoy - Jornalista