Santa Catarina e incógnitas?
É terreno no valor de mais de R$ 7 milhões adquiridos pela Prefeitura de Lages; mas que até agora, sequer a empresa Sinotruck com sede na China, colocou um tijolo na fábrica que deverá dar início à produção de caminhões pesados já no decorrer de 2014, em Lages, na Serra Catarinense. Um negócio que até agora favoreceu apenas um empresário que deve ao fisco mais de R$ 2 milhões e que teve que prestar depoimentos à Justiça alguns anos atrás.
Outro fato que chama a atenção é quais razões da Celesc até hoje não divulgar os resultados das investigações internas e até mesmo por parte da Justiça sobre o sumiço de mais de R$ 51 milhões. Agora, mais recentemente surge o risco do apagão devido à falta de gás natural em Santa Catarina. O setor empresarial e industrial catarinense já manifestou preocupações, pois são mais de 60 grandes indústrias que esperam pelo gás natural e hoje estão utilizando fontes como óleo diesel, lenha ou carvão e gás de cozinha. Algo que ocasiona mais poluição ao meio ambiente. Enquanto isto, recentemente, a Justiça de Santa Catarina requereu à - SC-Gás, a devolução de recursos milionários aos cofres públicos.
Negócios da China
Outro caso preocupante, trata-se das Letras do Tesouro de Santa Catarina. Bilhões de dívidas públicas já compromete o avanço que se poderia desenvolver em Santa Catarina, resultado de más gestões do Governo Estadual ao longo das últimas décadas. E, hoje, esses mesmos que governaram Santa Catarina são capazes de admitirem que fizeram excelentes gestões administrativas, mas não é o que se vê desde há muitos anos.
Vejamos: a realidade dos hospitais em Santa Catarina; a situação de centenas de escolas espalhadas por Santa Catarina; falta de Segurança Pública; riscos de apagões; e o pior de tudo- continua a impunidade. A Justiça com centenas de processos investigatórios de mafiosos corruptos que desviaram recursos financeiros dos cofres públicos, sequer consegue agilizar os trabalhos para punir, com algumas exceções chega à conclusão destas investigações. São negócios da China que o povo paga com tributos e impostos.