Sucessão ao Governo de SC em 2014
Publicado em 27/09/2013
Autoria Destaque Catarina
Estamos praticamente 12 meses da nova eleição para escolha de novos governadores; senadores; deputados federais e estaduais. Em Santa Catarina; as principais siglas partidárias estão literalmente em letargia, apáticas após acompanhar os movimentos populares que ocorreram em junho e julho deste ano em todo o Brasil. Ocorrer que estas manifestações populares deram um grande recado à classe política, ou seja: é preciso renovar. É preciso mais do que isto- reformas urgentes para que o povo brasileiro consiga mais dignidade e respeito quando tenham que enfrentar um trânsito caótico; hospitais e escolas ou universidades públicas com as imensas dificuldades por que passam atualmente e também que haja maior rigor no combate á corrupção. Portanto, as eleições de 2014; passarão a configurar-se como a mais importante das eleições das últimas décadas, desde o início do período de redemocratização do Brasil. As eleições de 2014, em Santa Catarina; terá possivelmente concorrendo novamente ao Governo o atual governador Raimundo Colombo (PSD).; sendo que as demais siglas partidárias buscam definir internamente o rumo pelo qual deverão seguir até as eleições do ano que vem.
Desafios para eleições de 2014
O desafio agora, como sempre, nas vésperas de uma eleição é consolidar uma aliança partidária. Já o Partido Progressita do senador Esperidião Amin, deverá aliar-se formando uma chapa majoritária ou com o PSDB ou com o PT, apesar de uma corrente querer aliança com o PSD. Já, o PMDB tentará manter-se aliado ao PSD de Colombo e atrair ainda o PT. Mas, ito tudo ainda é uma incógnita, pois o PT possui forte corrente contrária á uma aliança do o PSD de Colombo e sim lançar uma candidatura própria para disputar o Governo em 2014 com Claudio Vignatti ou Paulo Eccel. Enquanto isto o PSDB também por fora quer lançar um candidato ao Governo e neste caso o Senador Paulo Bauer. Os demais partidos bem que poderiam formar uma grande aliança e também lançar candidatura ao Governo, porém, dificilmente construiriam esta opção, o que seria fato novo e marcante nas disputas majoritárias em Santa Catarina. O PSOL; o PCdoB; PPS; PDT; PR; PV; dentre outras siglas juntas formariam um bloco representativo politicamente e com boas chances de eleger uma boa bancada proporcional; possibilitando arrastar parte significativa do eleitorado já cansado de repetir escolhas mau sucedidas ao Governo e ao Senado, principalmente. Com a ocupação de cargos por representantes de maioria destas pequenas siglas dentro da esfera governamental estadual e federal, sem contar em alianças municipais em que participam de coligações; ficará muito distante esta possibilidade de ruptura com grandes siglas partidárias.