O \"X\" e a quebradeira
Um roldão que levou para economias de clientes de empresas ligadas ao empresário ex-bilionário Eike Batista. Como exemplo de fiéis incautos a quebradeira deixou desde a Petrobrás, o banco Itaú e Unibanco além do BNDES e várias outras grandes empresas, bem como, centenas, talvez milhares de investidores que apostaram na onda do \"X\" diante os poços petrolíferos do Pré-Sal e que acabou azedando as contas bancárias destes investidores após o rombo bilionário com a quebra de empresas de Eike Batista.
Assim como a Encol, uma das maiores empreiteiras do país que acabou deixando na rua mais de 11 mil trabalhadores e 42 mil cientes que compraram imóveis e nunca receberam nem o imóvel etão pouco a grana investida; tem outras falidas empresas como do Banco Santos de Cid Ferreira que levou da prefeitura de Florianópolis milhões e que hoje atinge mais de R$ 25 milhões atualizados; o Banco Econômico onde ambos ostentavam riqueza e o mundo deles virou de cabeça para baixo.
Mas, uma das piores manifestações de euforia já declarada por um presidenciável sobre modelos e exemplos de empreendedorismo ocorreu com a manifestação anterior à queda de Eike Batista e feita pela presidente da República Dilma Rousseff (PT): \"Eike é o nosso PADRÃO, a nossa EXPECTATIVA e sobretudo o ORGULHO do BRASIL quando se trata de um empresário do setor privado\".
Esta infeliz frase foi destacada pelo jornalista Elio Gaspari da Folha de S. Paulo dias atrás. E agora Dilma Rousseff ? O que diria a presidenta da República ? Na entrevista desta semana à um destacado grupo de comunicação do país, seria ótima oportunidade para este questionamento à Dilma Rousseff (PT). Será que o fizeram?