PT com PMDB e PSD com PP em SC

A definição para as disputas ao Governo de Santa Catarina em outubro deste ano está bem adiantada. Pelo menos no que diz respeito à definições das coligações, ou seja, o PT e o PMDB estão com as tratativas bem adiantadas, apesar de algumas resistências peemedebistas que defendem a tese de manter a composição com o PSD do atual governador Raimundo Colombo (PSD), que vai disputar a reeleição.

 

Por outro lado; o PP-Partido Progressista que dificilmente lançará candidato ao Governo, tem prioridade de composição com o PSD de Colombo. Como o PSDB terá candidatura à presidência da República, pelo lógica e determinação da cúpula tucana nacional, terá obrigatóriamente que lançar candidato ao Governo em Santa Catarina.

 

Como a disputa poderá ser definida em segundo turno, caso o PSDB de Paulo Bauer, pré-candidato ao Governo de SC, não chegar ao então segundo turno; poderá então optar por um apoio à um dos dois candidatos que estarão na disputa ao Governo. Isto se não ocorfrer justamente ao contrário, ou seja, o senador e pré-candidato do PSDB Paulo Bauer, se apresentar como uma das opções de segundo turno destas eleições.

 

Rachas e mais rachas e tudo se define

O PMDB tem setores internos que ainda defende candidatura própria ao Governo. Mera ilusão. O PMDB saiu desgastado com o mau governo de Luis Henrique da Silveira (PMDB). Muitas denúncias de corrupção. Pelo menos disse um dos históricos e também fundador do PMDB, bastante conhecedor dos bastidores do PMDB, que nunca viu um Governo tão corrupto quanto ao comandado pelo agora senador Luiz Henrique da Silveira. Pronunciamento que causou uma espécie de incêndio político nas instâncias do PMDB há poucos anos atrás. Enquanto isto o PT de Santa Catarina que tem a pré-candidatura de Claudio Vignatti ao Governo; sofre pressões da cúpula nacional do PT que almeja que o PT esteja ao lado do PSD de Raimundo Colombo- algo imaginável, mas em política já não existe mais fidelidade ideológica e tão pouco pragamática, porém, sim, fidelidade do poder pelo poder e aí vale tudo: ofertas de cargos e mais cargos. A ética na política já sumiu faz anos.

 

Atualmente; nem os programas e projetos de Governos são mais cumpridos à risca e o povo, está aí, sem a devida correspondência dos resultados eftivos nas áreas da Saúde; Educação; Segurança Pública; Infraestrutura viária; portuária e aeroviária. Na cultura então, pouquíssimos projetos realizados em prol da população.

 

Nos esportes, pouco apoio; com exceção á realização da Copa do Mundo onde os quase R$ 10 bilhões estão enchendo os cofres de empreiteiras ligadas à construção e remodelação de estádios. Enquanto a eleição não chega, o povo reivindica o principal que é soluções dos graves problemas em todo o país e que a grande maioria dos agentes políticos hoje com seus madnatos eleitvos, sequer ainda solucionaram.

 

Portanto, a faxina nas urnas é apenas um primeiro passo. Muita lama ainda vai ficar. Muita sujeira vai permanecer. Mas, o povo já sabe que se a Justiça não agir de forma correspondente, o risco eminente de revolução no Brasil está batendo às portas e o bem mesmo é evitá-la, pois a cidadania, liberdade e democracia caminham juntas, especialmente se houver Justiça.

 

Agnaldo Godoy (Jornalista)