Florianópolis e paralisações

Primeiro foi a vez das manifestações de professores da Rede Pública Estadual de Santa Catarina que iniciou um movimento de estado de greve em abril e neste início de maio indo ás ruas em protesto contra a política do Governo para com a Educação.

 

Em seguida, foi a vez de servidores públicos da área da Saúde de Florianópolis cruzarem os braços em greve. A maioria das Unidades de Saúde de Florianópolis deixaram de prestar o atendimento. E para piorar o quadro dos serviços públicos especialmente em Florianópolis,SC, na manhã desta última quinta-feira,08, cobradores e motoristas que atuam no transporte coletivo municipal cruzaram os braços e paralisaram suas atividades à partir das 7h 30min.

 

Os ônibus parados ocuparam todos os espaços dentro e aos arredores do principal Terminal Integrado Municipal- o Ticem, centro. Os serviços voltariam por volta das 11 h. Este é um indicativo inicial que poderá levar à uma greve do setor dos transportes coletivos em Florianópolis,SC.

 

Demissões são rejeitadas

A demissão de mais de 350 cobradores não vem sendo aceita pelos profissionais que atuam nestes serviços de atendimento aos usuários do transporte coletivo da Capital catarinense. Enquanto isto, o prefeito de Florianópolis,SC, César Souza (PSD), enfrenta nestes instantes grandes desafios, ou seja, buscar soluções nos impasses tanto na Saúde quanto no Transporte Coletivo.

 

E o Governo do Estado sob o comando de Raimundo Colombo (PSD), igualmente enfrenta grande desafio em buscar evitar uma greve no Magistério, Saúde e na Segurança Pública à exemplo do que já ocorreu na gestão do então Governo de Luiz Henrique da Silveira (PMDB).

 

Governo que Colombo quer manter na disputa à sua reeleição deste ano e possivelmente ainda com o apoio do PSDB, reeditando a chamada \"tríplice aliança\".