Dilma e rachas à sucessão

O Partido Progressista -PP, realizou nesta última quarta-feira,25, sua convenção nacional em Brasília (DF), e a exemplo do PMDB que já havia realizado também a convenção alguns dias atrás e mostrou igualmente uma séria divisão em termos de condicionamento de apoio partidário à reeleição da presidente da República Dilma Rousseff (PT).

 

No Partido da República (PR), também registros de insatisfações da sigla e parte destas insatisfações somente contornadas com a recente ocupação de novos cargos no Governo federal, incluindo em ministério.

 

Outros vários partidos nanicos sem muita expressão política, mas que detém uma variedade de cargos no Governo Federal e até ministérios também sofrem a síndrome do racha partidário, com exceção daquelas bem pequenas siglas partidárias que possuem uma espécie de cartel político e quem define e toma as maiores decisões partidárias são dirigentes partidários ou daqueles líderes que possuem mandato eletivo.

 

O PSD de Gilberto Kassab e do governador de Santa Catarina Raimundo Colombo, já não possuem tantas resistências em dar apoio à reeleição da presidente da República Dilma Rousseff (PT). Ocorre que o PSD já possui um ministério e caso Dilma Rousseff (PT);  for reeleita ao cargo o PSD tem tudo para ampliar o leque de ministérios. 

 

O próprio governador Raimundo Colombo (PSD), não sendo reeleito governador e Dilma sendo reeleita, Colombo seguramente terá um ministério nas mãos.