Japão e a mobilização
Equipes de resgate e de salvamento e conjuntas de vários países que enviaram socorro às vítimas do tsunami no Japão, continuam sem parar o trabalho de reconstrução. Áreas foram completamente arrasadas pelo tsunami e há registros de mais de 7 mil mortos e milhares de pessoas desaparecidas e outras milhares feridas.
Enquanto isto, as atenções se voltam também para o rumo do trabalho de contenção da radiação nuclear que sai dos reatores instalados em Fukushima. O resfriamento em parte foi controlado, mas há muitas dúvidas sobre o que ainda poderá surgir em termos dos efeitos desta radioatividade nuclear que não pára de se espalhar. O medo continua.
Registros detectaram uma alteração fora do normal de radiação nuclear na costa do Alaska e dos Estados Unidos e também em parte do norte europeu. Na Noruega já foi constatado alterações desta radiação. O perigo é eminente e continua sendo feito um esforço conjunto entre técnicos da Agência Internacional de Energia Nuclear e da Agência de Energia Nuclear do Japão. O objetivo é controlar cem por cento a radiação dentro dos reatores da usina de Fukushima.
Muitos países enviaram aviões at´pe ao Japão para retirar e desta forma repatriar seus cidadãos ao país de origem. Falta energia elétrica, alimentos, água potável, e existem dificuldades de locomoção de milhares de pessoas que buscam áreas menos perigosas do efeito radioativo nuclear.
O governo japonês tem feito um trabalho gigante para dar continuidade ao país e buscando reduzir os efeitos desta grande tragédia que comove o mundo inteiro. As baixas temperaturas e a neve são agora outros inimigos e dificulta as ações de resgate e recuperação nas áreas mais atingidas pelo tsunami.