Japão e a esperança em dias melhores

O mundo viu a tragédia que assolou há poucos dias atrás parte do Japão. Mais de 15 mil mortes e milhares de pessoas feridas e outras milhares sem teto, sem alimento, sem água potável, falta de energia elétrica e passando frio- muito frio. Desafio que começa agora aos poucos tomando rumo à normalidade-  Normalidade?
Mas, que normalidade num país que ainda sofre o medo nuclear. As usinas de Fukushima sofrerarm avarias e com muito esforço de técnicos da Agência Nacional de Energia Nuclear do Japão e da Agência Internacional de Energia Nuclear além de outros páises no auxílio aos japones, conseguiram amenizar os riscos de uma catástrofe ainda pior, ou seja, uma radioatividade agressiva além da que já existe aos arredores no Japão.
Milhares de pessoas fugiram do Japão retornando aos seus países de origem, enquanto outros que vivem ainda dentro do território japonês, escaparam para áreas consideradas mais seguras, mais distantes da região que possui as usinas nucleares com problemas radioativos.
O desafio passa ser na reconstrução das áreas atingidas pelo tsunami.
Na poesia abaixo, do poeta Augusto dos Anjos, uma ideia de que há esperança em dias melhores- um mundo melhor desde que naturalmente possamos, cada um de nós cidadãos, promover a paz. Promover a defesa da vida, da natureza como um todo e sermos solidários um com o outro e semearmos a fé, a esperança e o amor. As lições que o Planeta  Terra- a nossa casa da Humanidade nos dá, demonstra que é necessário compreedimento nosso daquilo que estamos realizando para nossa harmonia conjunta- Universal !

A ESPERANÇA


A Esperança não murcha, ela não cansa,
Também como ela não sucumbe a Crença.
Vão-se sonhos nas asas da Descrença,
Voltam sonhos nas asas da Esperança.

Muita gente infeliz assim não pensa;
No entanto o mundo é uma ilusão completa,
E não é a Esperança por sentença
Este laço que ao mundo nos manieta?

Mocidade, portanto, ergue o teu grito,
Sirva-te a crença de fanal bendito,
Salve-te a glória no futuro - avança!

E eu, que vivo atrelado ao desalento,
Também espero o fim do meu tormento,
Na voz da morte a me bradar: descansa!

Augusto dos Anjos