Política com a maconha em debate

A comissão do Senado Federal encarregada de debater o uso da maconha como sendo recreativa e medicinal no Brasil, vem repercutindo em todo o país. Há poucos dias atrás, a Comissão de Direitos Humanos do Senado fez amplo debate sobre o assunto. O relator da matéria que estuda a regulamentar a utilização da maconha no país como sendo recreativa e medicinal; é o senador Cristovan (PDT)- aliás, tido nos meios políticos como sendo um dos maiores defensores de políticas públicas para a Educação no Brasil.

 

O grande debate foi desde questões éticas da ciência, passando pela questão ética  da saúde e até da responsabilidade pública de agentes que representam os segmentos da sociedade civil organizada em todo o país. O interesse de quem defende a utilização da maconha como recreativa e medicinal atende a quem neste país?  Sabe-se que a produção de drogas agita um comércio bilionário e por detrás disto, há desde políticos disfarçados barganhando carreira política sob patrocínios milionários de campanhas políticas com uso de dinheiro oriundo do tráfico.

 

A quem interessa a liberação da maconha no Brasil?
Este foi um dos principais questionamentos feitos e que continuam sendo realizados em todo o Brasil. Basta ver o quanto de milhares de famílias estão desestruturadas diante o efeito avassalador da presença da maconha consumida por alguma pessoa no seio familiar deste país.

 

Os centros de recuperação espalhados em todo o Brasil não dão conta do atendimento à milhares de pacientes que precisam de atendimento psicossocial face ao consumo de drogas ilícitas e a maconha é considerada a porta de entrada para consumo de outras drogas como do crack; LSD; cocaína e muitas outras produzidas de forma criminosa e comercializadas em todo o mundo.

 

Portanto, é necessário que a população especialmente defensora da saúde e particularmente de uma sociedade sadia sem ser afetada como historicamente vem sendo diante os efeitos prejudiciais e que ultrapassam e ferem direitos de cidadãos. Afinal, estar sob o efeito de domínio permanente de uma droga é estar refém pelo resto da vida de liberdade e cidadania.