Petrobras e mafiosos em apuros

A revelação por parte do ex-diretor de Abastecimento e Refino da Petrobras Paulo Roberto Costa feita à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal; sobre o esquema de lavagem de dinheiro comandado pelo doleiro Alberto Youssef, segundo a reportagem da revista Veja na semana passada; mostra mais um capítulo vergonhoso na história política e administrativa do Brasil - um dos países onde mafiosos dominam setores chaves do comando das principais atividades nacionais como especialmente de empresas como da Petrobras e de outras já envolvidas em outros recentes escândalos deste país.

 

A delação premiada que o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa optou, fez com que abrisse revelações surpreendentes citando nomes de vários políticos, dentre os citados o catarinense João Pizzolatti, (Partido Progressista-PP)- a mesma do líder maior da sigla Paulo Maluff (PP/SP). Outros nomes como do presidente da Câmara Federal, Henrique Eduardo Alves (PMDB), do Senado Renan Calheiros também do PMDB; do ministro de Minas e Energia Edison Lobão também do PMDB, do ex-governador de Pernambuco e já falecido Eduardo campos (PSB); da governadora do Maranhão Roseana Sarney (PMDB), e também do governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (PMDB).

 

Costa admitiu que as empreiteiras contratadas pela Petrobras tinham, que obrigatoriamente, contribuir para um caixa paralelo com finalidade de cair aos partidos e políticos como do PMDB; PP e do PT, sendo estes os principais \"beneficiados\" pelo esquema mafioso, criminoso de desvios de dinheiro da Petrobras. Cerca de R$ 10 bilhões foi o buraco deste poço de corrupção.

 

Há investigações em curso em anos anteriores dentro da Petrobras que podem elevar o buraco financeiro para muitas outras dezenas de bilhões que caíram em mãos e contas bancárias até fora do país- em paraísos fiscais.

 

Uma quadrilha pode estar por detrás deste forte esquema de corrupção na Petrobrás assim como no Senado Federal e na Câmara Federal; além de empreiteiras envolvidas no caso.