Delação de Youssef apavora Dilma e o PT

Apreensão. Medo. Receio. Pavor. É tudo o que mais assusta nos meios políticos do Brasil e do Governo Dilma (PT). A revelação diante a delação premiada do megadoleiro  Alberto Youssef, preso em Curitiba (PR), e que em troca da liberdade com prisão domiciliar, vai mostrar ao Brasil o que há de mais sujo, devastador do dinheiro público dentro da Petrobrás e de outras esferas de poder político brasileiro.

 

O Tribunal de Contas da União - TCU já concluiu uma auditoria e num detalhe único exemplifica que um superfaturamento de obra alcançou mais de R$ 367 milhões de propina.  O doleiro mais temido do Brasil, Alberto Youssef, vai abrir a boca e  complicar gente grande. É tão grave a situação do Governo Dilma (PT),  e de  Luis Inácio Lula da Silva (PT), além de muitos aliados de Governo.

 

Trata-se de um escândalo  dos maiores do mundo em tratando-se de desvios bilionários em um país. Só para ter ideia as propinas e superfaturamento em obras  podem alcançar cerca de R$ 10 bilhões só na Petrobras. Pode-se criar um grave problema institucional e derrubada de Governo imediatamente, caso seja exigidos pela Justiça Federal as provas \"testemunhais\". É o que Alberto Youssef  vai provavelmente ser favorável que haja.



Delação de Youssef amedronta Dilma e o PT em plena véspera da eleição presidencial

A delação premiada de Alberto Youssef vai provocar um dos mais terríveis momentos da história política administrativa do Brasil. O ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, preso pela Polícia Federal, já havia assumido que recebera propina de mais de R$ 1,5 milhão. Apreensão nos maios políticos e partidários no Brasil; além das consequências políticas em plena véspera de uma eleição presidencial; poderão mudar os rumos do país. Empreiteiras como a OAS; Odebrecht e Camargo Correia envolvidas no escândalo da refinaria Abreu Lima, onde a obra iniciada durante o Governo Lula (PT), tinha como orçamento global US$ 2,5 bilhões.

 

Já consumiu mais de US$ 20 bilhões e sequer foi concluída. O branqueamento\" em mais de US$ 10 bilhões só na Petrobras indica que há uma buraco sem fundo de lama da corrupção no Brasil. Mafiosos estão agindo impunes há anos, décadas. No caso da Petrobras poderá atingir o ex-presidente José Sarney (PMDB), onde o ex-senador por vários mandatos como presidente do Senado, indicava gente aos cargos chaves da Petrobras.  Com a delação premiada de Youssef, até o diretor financeiro da Petrobras Almir Guilherme Barbassa, poderá ter que depor à Justiça.

 

E mexer com Barbassa, significa abrir ainda mais o leque do caminho para decifrar nomes de gente com influência de poder extraordinário politicamente e financeiramente, no caso, alguns banqueiros deste país e que possuem relação de interesses financeiros direto com a Petrobras. E nem a presidente Dilma (PT), nem a presidente da Petrobras Graça Foster, conseguiram até agora tirar Barbassa do cargo. É uma questão central do esquema financeiro dentro da Petrobras e, portanto, dentro do esquema de corrupção que a estatal está envolvida.