Investigações em SC que não avançam?

Algo muito estranho vem ocorrendo diante a paralisia acometida diante a quietude dos órgãos responsáveis por sofrer graves problemas de desvios de recursos públicos e supostas irregularidades  que sequer são levadas como soluções à sociedade catarinense. É o caso do desvio demais de R$ 50 milhões na Celesc e que envolve a Monreal.

 

O outro caso é da Universidade do Planalto Catarinense - UNIPLAC , em Lages, e que tem tramitando na Justiça uma investigação quase que atrofiada há anos. A UNIPLAC apresentou um rombo de mais de R$ 30 milhões. Tem o caso da CPI da Casa Rosa em Florianópolis; com suposta compra superfaturada de um imóvel no centro da cidade por parte do Ministério Público/SC; e ainda há o caso das aposentadorias fraudulentas na Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina- Alesc e que pode estender-se a outros setores governamental catarinense.

 

Estima-se ao todo na esfera de Governo de SC, mais de 2 mil aposentadorias fraudulentas. Há outras investigações dentro do setor de Governo do Estado como na área do Turismo; Esporte e Lazer e que não avançam as apurações devidas. Na Saúde; alguns poucos anos atrás estorou um grande escândalo que resultou na prisão de oito pessoas de alto escalão de governo, mas que até hoje sequer o caso foi concluído.

 

Há também supostos desvios milionários na recuperação da Ponte Hercílio Luz, em Florianópolis,SC. Assim, os escândalos financeiros em Santa Catarina, pouco apresentam conclusões finais e quando os apresentam e foi ocaso da Operação Moeda Verde; que levou 22 pessoas à prisão e responder na Justiça; ocorreu a prescrição dos crimes e não houve punição plena, completa.

 

Há algo muito estranho e que a Justiça, ou seja, o Ministério Público e o Governo Estadual tem a responsabilidade de dar uma resposta à população catarinense, especialmente aos contribuintes de impostos e tributos.