Magistério de SC cansado de promessas do Governo

Enrolação que dura anos, décadas por parte de governos que já passaram em Santa Catarina e que continua na mesma direção sem avançar nas melhorias tão necessárias na área da Educação catarinense. Na tarde de última quinta-feira14, professores reunidos em assembleia da categoria definiu por ampla maioria manter a greve que já dura 53 dia.

 

A falta de um Plano Estadual do Magistério em Santa Catarina que contemple plenamente as principais reivindicações dos professores da Rede Estadual de Educação é que faz com que haja este descontentamento amplo no Magistério Catarinense.

 

Passa ano e vem ano, ocorre greves e mais greves e sempre no mesmo tom, sempre na mesmice das reivindicações junto ao Governo do Estado que amparado por um leque de forças partidárias políticas tanto no Executivo Estadual quanto na Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina- Alesc, continuam protelando as profundas reformas nas áreas como da Educação e Saúde além da Segurança Pública com graves realidades que fazem um eco no clamor da sociedade catarinense.

 

São muitas escolas em péssimas condições estruturais; hospitais com profundas dificuldades que vão desde à falta de medicamentos até falta de leitos, atraso e demora na realização de cirurgias e assim por diante. Portanto, a greve dos professores da Rede Estadual de Ensino é um dos exemplos de insatisfação contra a política administrativa do atual governo do Estado sob comando de Raimundo Colombo (PSD), apoiado pelo PMDB e algumas outras siglas partidárias como do PCdoB; PDT e outros.

 

Greves que somam-se ao dos servidores públicos da prefeitura de Florianópolis; a greve no Judiciário catarinense, além d e outras regiões de Santa Catarina, além da Capital em que há greves de servidores. Exemplo disto em Lages, que recentemente professores da Rede Municipal foram às ruas e paralisaram suas atividades.