ALESC protela resposta ao TCE sobre diárias milionárias
O Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina - TCE aceitou o pedido feito pela Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina - Alesc, em que pede mais outros 30 dia de prazo para dar resposta sobre o processo que o controle de gastos com o pagamento milionários de diárias no montante de R$ 31 milhões pagos pela Assembleia do Estado de Santa Catarina - Alesc em apenas alguns meses.
Ou seja, no período entre 2009 a 2011. Uma auditoria dentro do Tribunal de Contas de Santa Catarina- TCE ficou engavetada por quase três anos e que apontava a falta de um controle rigoroso sobre os R$ 31 milhões de despesas com diárias da Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina naquele período. A Alesc assim como alguns outros órgãos públicos deste país é tido como uma espécie de \"Caixa-preta\" em que milhões são consumidos do dinheiro público de forma considerada abusiva e muitas vezes até criminosa com fraudes diversas como as que já têm sido divulgadas amplamente pela mídia nacional. Uma vergonha !
Mistérios engavetados continuam à espera de respostas em SC
O povo catarinense precisa mais respeito e a transparência pública é uma essência indispensável. Já está também na hora do próprio Ministério Público agir de forma mais atuante no que diz respeito ao acompanhamento destes abusos com o dinheiro público em Santa Catarina. Não se pode transparecer conluio onde os interesses corporativistas acabam influenciando os trabalhos como ao que se tem demonstrado em Santa Catarina.
Por exemplo: onde foi parar o caso das investigações da compra do imóvel milionário adquirido pelo Ministério Público de Santa Catarina e como estão os trabalhos conclusivos no caso do suposto envolvimento do deputado estadual Romildo Titon (PMDB), na chamada \"Operação Fundo do Poço\" que levou quase 40 pessoas à prisão numa operação do GAECO com apoio do próprio Ministério Público? E tem mais: e o caso do sumiço dos mais de R$ 53 milhões da Celesc que há anos não se tem uma resposta conclusiva ? São respostas que a sociedade catarinense precisa e urgentes.