Santa Catarina enfrenta terror da violência
A onda de violência em Santa Catarina está deixando grande parte da sociedade indignada devido à falta de maiores investimentos na área da Segurança Pública. Faltam cerca de 3 mil policiais para dar uma maior condição de atuação preventiva nesta área que enfrenta a pior crise diante os elevados índices de assaltos; furtos roubos e assassinatos.
Joinville, na região Norte de Santa Catarina somente no bairro Jardim Paraíso nestes primeiros seis meses já ocorreram 12 assassinatos. Uma criança de seis anos foi morta recentemente neste bairro em Joinville (SC), vítima de uma bala perdida. Em Criciúma; Lages e Chapecó a onda de assaltos e furtos também estão assustando a população que pede mais policiamento ostensivo nas ruas destas cidades. O mesmo ocorre nas cidades da região da Grande Florianópolis, onde os registros em delegacias mostram a triste realidade.
Portanto, é necessário mais policiais nas ruas e no trabalho de investigação. Santa Catarina possui atualmente apenas 11.800 policiais militares e 3.200 policiais civis. A onda de arrombamentos em agências bancárias; fugas em presídios no estado catarinense; além de assaltos e furtos dão noção da necessidade urgente de reverter esta triste realidade em Santa Catarina. Chega de discursos evasivos por parte dos governantes e da classe política de modo geral em Santa Catarina.
Aliás, sequer se vê movimento político em Santa Catarina em defesa dos cidadãos catarinense.Pelo contrário: há uma quietude plena o que é lamentável. A população sim, que começa reagir frente a esta onda de violência no estado catarinense. Passeatas como a recente em Joinville e Criciúma são sinais de que algo na Segurança Pública não está indo muito bem. É preciso o governo investir cada vez mais e dar mais e melhores condiçõesaos profissionais que atuam nesta área em todo o estado.
Governos não priorizam Segurança Pública, nem Saúde e Educação
É muito pouco e o quadro mostra a irresponsabilidade dos últimos governadores e do atual governador Raimundo Colombo (PSD), nesta questão de prevenção na área da Segurança Pública. A desculpa de que não há recursos e que não pode ultrapassar o limite da Lei de Responsabilidade Fiscal, basta ao contrário; deixar de investir milhões com política midiática do governo e investir mais na Segurança Pública e na área da Saúde e Educação.
Se a Polícia Federal fosse investigar os gastos abusivos nestes últimos 16 anos dos governos que passaram na gestão estadual de Santa Catarina, poderiam logo, logo detectar os abusivos gastos de forma indevida e que nem sequer o próprio Tribunal de Contas do Estado -TCE ou a Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina- Alesc, além do Ministério Público; sequer fizeram alguma observação favorável contra inúmeras irregularidades nos gastos destes governos. São consultorias com alto valor pagos. São altos valores pagos pelo Governo em mídia e assim por diante.