Máfia de boca calada na CPI da Petrobras

Membros da CPI da Câmara Federal  estão em Curitiba (PR), onde na primeira das três sessões tentaram ouvir durante a segunda-feira,31, declarações de cinco mafiosos envolvidos no escândalo da Petrobras. As oitivas fazem parte dos trabalhos na Operação Lava Jato da Polícia Federal e Ministério Público Federal.

 

Descobertos desvios bilionários em esquemas fraudulentos que foram desde pagamento milionário de propinas; desvios para paraísos fiscais; lavagem de dinheiro; formação de quadrilha entre outros crimes como superfaturamento de obras e serviços; licitações fraudulentas; formação de cartel e falsificação de documentos.

 

Duas novas sessões da CPI da Câmara Federal no caso da Petrobras tentam ouvir depoimentos de cinco convocados entre eles o ex - Ministro da Casa Civil no governo Lula (PT), José Dirceu. Depois de duas horas, a CPI da Petrobras terminou a sessão ouvindo dos depoentes apenas resumidamente a frase de que seguindo orientações de advogados de defesa, permaneceriam em silêncio e foi o que ocorreu em toda a sessão.

 

Para provocar rombos milionários na Petrobras muita conversa e telefonemas entre a quadrilha, mas na hora de depor, silêncio absoluto como foi esta primeira sessão em que parlamentares desta CPI fizeram várias perguntas sem respostas. O indiciamento de José Dirceu (PT), estava previsto para ocorrer na terça-feira,1, com encaminhamento do relatório ao Ministério Público Federal, cujo órgão público deverá formalizar ou não denúncia à Justiça.

 

Inicialmente nesta primeirão sessão da CPI da Petrobras em que a Câmara Federal tenta ouvir os envolvidos no esquema criminoso;  José Dirceu e o ex-diretor Internacional da Petrobras Jorge Zelada, permaneceram em silêncio. Na terça-feira,1, é a vez da CPI ouvir Marcelo Odebrecht, presidente da Construtora Odebrecht, investigado por suspeita de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.