Turquia e crise do governo Erdogan
A reação massiva e rápida do governo sob comando de Recep Tayyip Erdogan, ganha repercussões internacionais diante da maneira ampla com a avalanche de prisões de opositores ao seu governo. Mais de 3 mil juízes e promotores foram presos juntamente com outros mais de 2.800 militares; 1.577 professores universitários e também outros 14 mil professores públicos e da rede privada foram parar na prisão.
A tentativa frustrada de golpe na noite do último dia 15 na Turquia, provocou a morte de cerca de 300 pessoas entre civis e militares. O presidente da Turquia Tayyip Erdogan quer a extradição do clérico Fetula Gulen que vive há anos nos Estados Unidos. Fetula vem sendo considerado por Erdogan como o líder no movimento que tentou dar o golpe na Turquia.
Mas, o que vem mais preocupando nações especialmente da Europa é a possibilidade de Erdogan aplicar a pena de morte aos opositores ao seu governo. Erdogan tem colocado que se o parlamento turco aprovar a pena capital, ela será aplicada pelo governo sob seu comando. As prisões massivas de pessoas consideradas de oposição ao governo de Erdogan, vem gerando protestos em vários países.
Muitas lideranças como da Alemanha já alertaram que se a Turquia aplicar a Pena de Morte o país turco sairá de imediato da Comunidade Européia e terá outras retaliações econômicas e políticas. Já, o governo Erdogan aponta que o país que oferecer apoio ao clérico Fetula Gulen será considerado \"inimigo de guerra \". Daí, a grande preocupação com a forma e atitude do governo ditatorial de Erdogan na Turquia.