FHC (PSDB) e Lula (PT) podem parar na prisão
Bilhões do BNDES foram parar em obras hidrelétricas em Angola e tudo dinheiro visando abastecer grupos mafiosos na gestão do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva e de Dilma Rousseff (PT). Também está na mira das investigações da Polícia Federal possíveis irregularidades em obras termelétricas no Mato Grosso do Sul durante a gestão do ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso - FHC( PSDB).
As investigações da Polícia Federal sobre este caso na gestão de FHC, teve início no dia 20 de setembro pelo delegado federal Roberto Biasoli diante delação do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, que no período d agestão de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), era gerente de energia do Departamento Industrial da Petrobras e, portanto, além desta delação já fizera outras em que relacionadas a Operação Lava Jato; levou vários corruptos à prisão, em Curitiba (PR).
O pagamento de propinas milionárias fazem parte do esquema fraudulento e criminoso que envolvem a gestão desde Fernando Henrique Cardoso (PSDB); Lula e Dilma (PT), sempre governos apoiados pelo PMDB e outras siglas partidárias - muitas delas já com parlamentares envolvidos nesta máfia corrupta que desviou bilhões dos cofres públicos deste país. Por isto, a profunda crise econômica, social, política e jurídica devido aos roubos bilionários que quadrilhas com uso do mandato político e em conluio com outros agentes mafiosos atuando no setor privado e até jurídico; contribuíram para juntos colocar o Brasil na atual situação caótica. Desempregos são mais de 14 milhões.
Fechamento de pequenas, médias e grandes empresas alcançam mais de 450 mil somente nos últimos 6 a 8 anos em todo o país. Saúde; Educação; Segurança Pública e Infraestrutura em todo o Brasil estão a mercê da sorte e em que muitas vidas são ceifadas por falta de políticas públicas decentes. Esta máfia tem mesmo que parar anos na prisão e não sair da cadeia apenas com uso de tornozeleira eletrônica e curtirem altas festas comemorativas em mansões adquiridas com roubos dos cofres públicos.