PGR pede prisão de Sarney; Renan e Jucá, ambos mafiosos do PMDB

A Procuradoria Geral da República - PGR através de Rodrigo Janot, pediu nesta semana a prisão do ex-Presidente da República José Sarney; do presidente atual do Senado Federal Renan Calheiros e do senador Romero Jucá - ambos mafiosos do PMDB - partido político com uma avalanche de corruptos e mafiosos que formaram verdadeiras quadrilhas para roubar dinheiro público do país e atrapalhar as investigações da Polícia Federal e do Ministério Público Federal na Lava-Jato da Petrobras e das empreiteiras envolvidas neste que é o maior escândalo de corrupção do mundo. São centenas de bilhões roubados dos cofres públicos do Brasil ao longo de décadas.

 

Partidos políticos como: PT; PMDB; PP; PDT; PCdoB;PR; PSD; PSDB; PTB e muitos outros partidos políticos de menores expressões; possuem quadrilhas respondendo processos na Justiça e tudo por práticas de corrupção; lavagem de dinheiro; falsidade ideológica; recebimento de propinas milionárias; fraudes e formação de quadrilhas. Dezenas de lideranças políticas corruptas; doleiros corruptos e de outros segmentos envolvidos neste escândalo da Lava Jato já estão presos.

 

Assim como Eike Batista, Sergio Cabral; Sarney, Jucá e Renan podem ser presos

O empresário e ex-bilionário mafioso Eike Batista poderá pegar mais de 40 anos de prisão e ex-governadores do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (PMDB) também já preso pela Polícia Federal, deverá pegar pena de prisão de mais de 50 anos na cadeia. Outro ex-governador do Rio de Janeiro Antony Garotinho (PR), foi também preso e hoje está em prisão domiciliar utilizando tornozeleira eletrônica e sendo monitorado pela Polícia Federal. E o atual governador do Rio de Janeiro Luiz F. Pezão (PMDB) teve o mandato cassado nesta semana pela Justiça Eleitoral. Portanto, são vários mafiosos respondendo na Justiça por crimes contra o erário público - dinheiro do povo deste país e outros crimes administrativos; lavagem de dinheiro, recebimento de propinas; fraudes em obras e superfaturamento em obras e consultorias; caixa dois para campanhas políticas.