Palocci (PT), presta depoimento à PF e detona Lula, Dilma e o PT

O ex-ministro Antônio Palocci (PT), o \" Italiano\" na Operação Lava Jato, prestou depoimentos à Polícia Federal, em Curitiba (PR), onde o mafioso e quadrilheiro petista está preso há meses por corrupção e lavagem de dinheiro e organização criminosa.

 

Ao prestar depoimentos em forma de delação premiada à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal, o ex-ministro e ex-deputado federal Antônio Palocci (PT), aprofundou mais ainda a crise política instalada no Brasil diante da avassaladora e vergonhosa atuação de quadrilhas de ladrões de bilhões dos cofres públicos.

 

Quadrilhas estas que envolvem muitos líderes políticos de várias matizes partidárias, especialmente do PT; PMDB;PP; PSDB;PSD;DEM;PR;PT;PSB;PTB;PCdoB; dentre outros partidos políticos envolvidos na Lava Jato. Antônio Palocci (PT), relatou em depoimentos para a Polícia Federal e ao Ministério Público Federal, a minuciosa organização e atuação da quadrilha sob comando do ex-presidente da República Luís Inácio Lula da Silva (PT) e da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), quando dos acordos ilícitos especialmente com a empreiteira Odebrecht.

 

Palocci (PT), disse que Lula e Emílio Odebrecht fizeram um \"pacto de sangue\"

Segundo Palocci (PT), Lula e Emílio Odebrecht fizeram uma espécie de \"pacto de sangue\", onde a empresa Odebrecht num dos repasses num conta específica bancária para alimentar o esquema de corrupção na ordem de R$ 300 milhões, além de pagamentos de consultorias de Lula no valor de R$ 200 mil reais e contando ainda o pagamento de tributos, bem como, incluindo no \"pacote de presente \" da Odebrecht as reformas no sítio de Atibaia (SP) e à aquisição do terreno para o Instituto Lula (PT), em São Paulo (SP).

 

Palocci, detalhou ao Juiz Sérgio Moro, que coordena os trabalhos investigatórios da Operação lava Jato; cada passo de como foi construído esta relação promíscua especialmente entre os ex-presidentes Lula e Dilma com a empresa Odebrecht. Há, contudo, observar que Palocci não especificou nenhum detalhe ainda sobre a esperada delação em relação aos suspeitos esquemas criminosos na área financeira e que poderá atingir o sistema bancário brasileiro.

 

Como trata-se de assunto ainda mais grave do que foi delatado até então por Antônio Palocci (PT), há uma mera espécie de coincidência ao caso de Joesley batista , da JBS que não fez uma completa delação apontando todo o esquema completo de corrupção e pagamentos bilionários da propinas para a organização criminosa no âmbito político. Já, no próximo dia 13 será a vez do ex-presidente da República Luís Inácio Lula da Silva prestar novo depoimento à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal. À Imprensa, a defesa de Lula tem negado veementemente quaisquer irregularidade e prática delituosa de Lula (PT).