Operação Jabuti leva presidente da Fecomércio do Rio de Janeiro à prisão

A Lava jato continua e cada dia mais ostensiva e forte na busca de mafiosos e corruptos que desviam dinheiro público do Brasil. Na manhã de sexta-feira (23), ação da Polícia Federal e do Ministério Público Federal levou à prisão o presidente da Fecomércio do estado do Rio de Janeiro Orlando Diniz e mais outros três funcionários. A Operação da PF foi denominada de Operação Jabuti numa alusão de que o Jabuti não sobe em árvores e, que portanto, a Operação Lava Jato vai em busca de todos aqueles \"Jabutis\" que estão no topo da corrupção no Brasil e até fora do país onde bilhões estão em paraísos fiscais e que deverão retornar aos cofres públicos do Brasil.

 

A ação da Polícia Federal e do Ministério Público Federal nestas investigações da Operação Jabuti, que levou para a cadeia o presidente da Fecomércio do Rio de Janeiro Orlando Diniz; foi fruto de ampla investigação sobre desvios de recursos do SESC e SENAC em que Orlando Diniz chegou a atuar. Contratações fantasmas, lavagem de dinheiro e corrupção são alguns dos atos considerados ilícitos pelo Ministério Público Federal e Polícia Federal constantes das investigações nesta Operação Jabuti. Cerca de R$ 180 milhões gastos em quatro anos somente com escritórios de advocacias em que R$ 68 milhões deste montante foram direcionados ao escritório de Cristiano Zanin - o advogado que defende o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT); da ação que determinou a prisão de Lula (PT) por 12 anos e 1 mês.

 

Segundo as investigações da PF e do MPF também atuaram junto a Fecomércio do Rio de Janeiro (RJ), os escritórios de advocacia Teixeira Advogados de Roberto Teixeira e de Adriana Ancelmo - a mafiosa esposa do também mafioso ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (MDB) que está preso por corrupção.