Eleições de 2018 para governo de SC. Em quem votar? Eis a questão?
E quem votar nas eleições de outubro deste ano, principalmente em Santa Catarina para novo governo? Uma resposta difícil na atualidade para grande maioria do eleitorado catarinense ao analisarmos a dimensão do que vem apresentando a série de investigações e ramificações destas investigações atingindo inúmeras lideranças partidárias não somente em Santa Catarina onde ainda é prematuro concluirmos uma escolha face ao que ainda poderá surgir em termos destas investigações por parte da Polícia Federal e do Ministério Público Federal.
Mesmo que alguma liderança política já envolvida e investigada e respondendo processo na Justiça e que possa ainda registrar a candidatura junto ao Tribunal Regional Eleitoral - TRE a fim de disputar estas eleições de outubro próximo; uma coisa é certa: só o desgaste de já ver o nome divulgado sob suspeita de estar envolvido em corrupção passiva; ativa; lavagem de dinheiro ou de caixa dois de campanha política; por si só já levará reflexos incalculáveis e prejudiciais na disputa eleitoral de 2018.
Alianças desde ao governo federal tanto no caso do ex-presidente Lula (PT); de Dilma Rousseff (PT) e do atual Michel Temer (MDB), isto sem contar anteriormente ao de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), a amplitude dos desgastes políticos já são amplamente registrados em todo o país.
Para ter-se ideia desta preocupação nos bastidores políticos em Santa catarina que tem políticos com suspeita de práticas ilícitas; constam desde o ex-governador Raimundo Colombo (PSD); o senador Dario Berger (PSDB) e também o senador Paulo Bauer (PSDB), além do deputado federal João Rodrigues (PSD), que está preso numa das celas no presídio da Papuda, em Brasília (DF); há ainda João Paulo Kleinübing (DEM), também com suspeita de haver praticado improbidade administrativa quando prefeito em Blumenau (SC) e algumas outras lideranças políticas catarinenses igualmente respondendo processo na Justiça como é o caso da ex-ministra Ideli Salvatti (PT) e o ex-prefeito de Blumenau Décio Lima (PT).
Portanto, a situação política catarinense não difere muito da realidade do restante do Brasil onde por exemplo estados como de São Paulo; Rio de Janeiro; Minas Gerais; Mato Grosso; Goiás; Bahia; Pernambuco; Rio Grande do Norte; Maranhão; Pará; Amazonas; Paraíba dentre outros da federação afundados pelas ações da máfia e que nas eleições de outubro deste ano de 2018; o eleitorado brasileiro terá difícil missão na escolha de seus novos representantes para exercer mandado eletivo, seja ao legislativo quanto ao executivo.