Dirigentes de 13 partidos recebem salários do Fundo Partidário. Gastos em 2017 ultrapassaram R$ 5,1 milhões

O Brasil não vai ter jeito mesmo nem agora e tão pouco a curto e médio prazo de tempo, infelizmente. Os desmandos e abusos com dinheiro público ultrapassam o limite da paciência de muitos milhões de brasileiros que trabalham arduamente para receber míseros salários e outros milhares desempregados passando fome e tendo dificuldades para sobreviverem.

 

Mas, na contra mão desta triste realidade, o Fundo bilionário Partidário que a cada eleição jorra alguns bilhões nas contas partidárias para bancar a grande maioria das candidaturas em eleições como a da próxima em outubro deste ano; tem ainda outros gastos que é o de bancar serviços genéricos de 13 dirigentes de siglas partidárias. Os custos comente com este tipo de despesas atingiu em 2017 mais de R$ 5,1 milhões.

 

E tratando-se ainda de questões atuais políticas no Brasil, uma vergonha foi o que disse o pré-candidato a governo do Rio de Janeiro - um estado assaltado por quadrilhas de bandidos políticos que limparam os cofres públicos do Rio e muitos deles já presos em operações realizadas pela Polícia Federal e Ministério Público Federal, foi o que disse recentemente o Eduardo Paes (MDB), durante um dos atos públicos \" ninguém tem vergonha do que fez \", disse.

 

É por isto e outros aspectos ligados a atos ilícitos praticados por quadrilhas dentro e fora de partidos políticos que raramente se vê algum político assumindo publicamente dar continuidade ao combate à corrupção neste país. Falam de quase tudo, porém, muito menos assumir o combate contra a corrupção. Mas, as eleições de outubro estão chegando e que cada eleitor seja capaz de pelo menos analisar com muita maior responsabilidade o voto em algum dos candidatos que estiver disputando este novo pleito.