Bin Laden temido mesmo depois de morto

As células terroristas ligadas a Al-Qaeda liderada por Osama Bin Laden-morto pelas forças militares dos Estados Unidos nesta última terça-feira, durante operação rápida de um grupo especial militar que invadiu a casa de três pisos nas proximidades de uma base militar paquistanesa localizada na região Norte do Paquistão a menos de cem quilômetros da capital deste país; continuam sendo a grande ameaça aos Estados Unidos a partir da morte de Osama. Embaixadas americanas espalhadas pelo mundo afora, estão orientadas à ampliar a sua proteção, assim como os próprios cidadãos americanos que vivem fora dos Estados Unidos. Aeroportos na Europa também sofrem maior controle de fiscalização e segurança.

Osama Bin Laden estava já há quatro anos sob suspeita de estar localizado diante ao trabalho de investigação da CIA, através do acompanhamento de um mensageiro ligado diretamente a Osama na cidade onde acabou sendo atacado e morto. Há um ano a operação da invasão estava sendo montada a fim de ser levada em prática nesta última segunda-feira. Uma base principal militar paquistanesa fica bem ao lado da casa onde Bin Laden residia. Junto com Bin Laden morreram um dos filhos; o mensageiro e uma mulher que servia de escudo pessoal no instante em que houve a ação militar dentro da casa onde se escondia o terrorista Osama Bin Laden que levou um tiro na cabeça. Autoridades americanas fizeram exame de DNA e recolheram material para retificar a identidade de Bin Laden.

O corpo do terrorista foi lançado ao mar seguindo os costumes islâmicos. O homem que ordenou o maior ataque terrorista da história- o Worl Trade Center, onde morreram mais de 3 mil pessoas no dia 11 de setembro de 2001, uma manhã de terça-feira, e que assustou não somente a população americana, porém, o mundo ficou em alerta contra outros possíveis ataques daquele porte destrutivo.


A humanidade precisa reconciliar-se com a paz, a justiça e o amor
O terrorismo mata. O trânsito mata. A falta de assistência médica mata. A falta de segurança pública mata. A corrupção também mata. A falta de alimento mata. A falta de uma prática política justa também mata. A falta de atuação da Justiça mata. Quantos milhões de pessoas neste instante estão morrendo em todo o mundo e quem os estão defendendo? Eis a questão !