Espécie de ducha fria na candidatura de Ciro (PDT) e de Fernando Haddad (PT)

O Jornal O Globo em edição de sábado (22), destaca em matéria exclusiva de que executivos da Galvão Engenharia teriam pago R$ 1,1 milhão em dinheiro vivo a Lúcio Gomes - irmão do candidato à presidência da República Ciro Gomes (PDT). Também revelaram em delação premiada que teriam repassados outros R$ 5,5 milhões como doação eleitoral ao PSB em troca da liberação de pagamento de obras durante o governo do Ceará entre 2007 a 2014.

 

Em 2010, a Revista Veja numa de suas edições destacou matéria em que Cid Gomes e Ciro Gomes eram ambos suspeitos de terem recebido R$ 300 milhões. O Ministério Público Federal (MPF), oferecera denúncia contra Ciro Gomes em 14 de junho de 2018 pelas suspeitas de crimes difamação e injúria. Há suspeitas ainda de que Ciro Gomes e Cid Gomes tenham praticados crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. A Justiça investiga todas as acusações contra os irmãos Ciro e Cid Gomes. Ambos tem negado à Imprensa quaisquer irregularidades praticadas.

 

Na delação de executivos da Galvão Engenharia, Ciro Gomes (PDT), aparece não como beneficiário direto dos recursos financeiros, porém, intermediando os repasses destes recursos. E outro atual candidato á presidência da República acusado de corrupção e lavagem de dinheiro além de quadrilha é Fernando Haddad (PT), em que o MP de São Paulo investiga as denúncias de executivos da UTC Engenharia, de Ricardo Pessoa. Haddad (PT) teria sido beneficiado com recursos financeiros na ordem de R$ 2,6 milhões para campanha de 2012 a prefeitura de São Paulo (SP), em forma de caixa 2.