MPF investiga acordo entre ANEEL e empresa do mafioso Eike Batista que prejudicou milhões de consumidores de energia elétrica

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), bem como a empresa Eneva ( ex-MPX), do mafioso e corrupto empresário que já foi considerado pela Revista Forbes o oitavo homem mais rico do mundo - Eike Batista, que chegou ser preso por corrupção, lavagem de dinheiro, organização criminosa, fraudes fiscais, ambos vem sendo investigados pelo Ministério Público Federal (MPF), devido a um acordo suspeito que gerou perdas na ordem de R$ 344 milhões para milhares de consumidores de energia elétrica do país. Os reflexos deste acordo caíram nas contas de luz de milhões de consumidores.

 

O MPF abriu recentemente um inquérito para investigar profundamente o caso. O motivo oi o atraso por parte da empresa de Eike Batista entregar uma usina termelétrica no Maranhão. Um acordo que não deveria ser realizado, porém, foi firmado entre a ANEEL e a Eneva (Ex-MPX); o chamado acordo TAC (Termo de Compromisso e Ajuste de Conduta ), em 2014, e aproado por cinco diretores na época da ANEEL.

 

É o Brasil enfrentando continuamente, infelizmente a série de casos de corrupção; ações da máfia infiltrada nos mais diversos segmentos da sociedade deste país. Os elevados preços das tarifas públicas mostram o grau de prejuízos para milhões de cidadãos - maioria de baixa renda e que acabam tendo que pagar estes absurdos de dinheiro que assim como ocorrem em várias outras ações sendo investigadas como demonstram operações do mensalão - Ação Civil- 470; a Lava Jato, a Zelotes e centenas de outras operações em que a Polícia Federal e o Ministério Público Federal, descobrem avalanche de roubalheira do dinheiro público - dinheiro do povo deste país.

 

Está na hora de haver profundas reformas e uma ampla revisão no código penal para dar maior ênfase nas punições contra corruptos e mafiosos neste país. O governo de Jair Bolsonaro (PSL), terá esta missão maior: ou seja, fazer com que haja uma ampla faxina no Brasil contra a corrupção.

 

A sangria dos cofres públicos para que bandos, quadrilhas de assaltantes do colarinho branco acabem indo de vez parar por dezenas de anos em celas de presídios deste país a exemplo do ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (MDB); do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (MDB), que tiveram condenações de dezenas de anos de prisão; além de outros como do ex-presidente da República Luís Inácio Lula da Silva (PT), que também deverá permanecer por anos na cadeia.