STF mostra que é órgão inoperante e facilitador para a máfia no Brasil

Supremo Tribunal Federal (STF), é um palco de teatro jurídico com gastos bilionários anualmente, mas de retorno à sociedade brasileira em termos de eficiência e transparência, além de plena ética da maioria de seus ministros, parece ser algo comprometedor. Ocorre que o único caso em que o STF realmente chegou a definir um julgamento relacionado à um parlamentar que já deveria estar atrás das grades por decisão da Justiça Federal, diante de crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro; continua ainda livre, sem cumprir a pena que é de 13 anos, 9 meses e 10 dias de prisão. Trata-se do agora ex-deputado federal Nelson Meurer (PP), do estado do Paraná.

 

O STF ainda não publicou até hoje (05 de janeiro de 2019), o acórdão no caso de Nelson Meurer (PP). E a Procuradora Geral da República (PGR) Raquel Dodge cobra o documento junto ao STF. É uma vergonha ! lamentável que haja esta cobrança quando o STF deveria dar o exemplo e cumprir suas funções e deixando lacunas abertas para inúmeras interpretações por parte da sociedade brasileira que já está exausta desta falta de comprometimento e de responsabilidades por parte de setores da esfera da Justiça brasileira.

 

É diante destas omissões, irresponsabilidade com que avançou imensamente a roubalheira do dinheiro público brasileiro. Os conluios, conchavos, reuniões em quatro paredes sem transparência pública, acertos até fora do país, em paraísos fiscais - tudo isto leva a crer que o Brasil está mesmo longe, distante de conviver com uma nova realidade em que o povo, pelo menos a grande maioria do povo brasileiro tenha de fato e de direito a Justiça social, econômica e jurídica sem que haja livre comércio de supostos pagamentos relacionados às ações como já foram registrados neste país ao longo de muitos anos.

 

Saúde, Justiça, Educação não é exclusivamente puro comércio, porém, direitos legítimos de todos os cidadãos.