Cortes de recursos na Educação e de outras áreas são reflexos da roubalheira que governos mafiosos fizeram nos cofres públicos do Brasil

Sem revelar a magnitude, amplitude dos rombos nos cofres públicos que quadrilhas de políticos fizeram ao longo de décadas nos cofres públicos no Brasil a situação já demonstrada pela maioria das condições financeiras estaduais e municipais, além da esfera do governo federal, mostra claramente que há algo além das fronteiras políticas- administrativas.

 

Ou seja: a roubalheira de centenas de bilhões dos cofres públicos deste país ao longo de pelo menos dos últimos 40 anos é avassalador. Em nenhum governo federal antes de assumir Jair Bolsonaro (PSL), houve a tentativa de frear tanto a corrupção no Brasil e de combater também a má aplicação dos recursos públicos. Organizações criminosas em conluio com mafiosos infiltrados nos mais diversos segmentos da sociedade brasileira; juntos provocaram o que é de pior em termos de corno de Jair Bolsonaro (PSL), não viu outra alternativa de não ser segurar por um período breve a sangria dos cofres públicos, reduzindo a liberação dos recursos financeiros.

 

Obviamente, que reduzir ou mesmo cortar recursos de orçamento especialmente nas áreas da Educação e Saúde neste momento que atravessa o Brasil; não é o caminho adequado. Porém, há de ressaltar que é prioridade nestes primeiros meses de novo governo, avaliar toda a ordem de aplicação dos recursos financeiros federal e em todas as áreas.

 

Assim, poderá em seguida e o mais breve possível o governo federal retomar a liberação de recursos financeiros diante das reais necessidades de todas as áreas: saúde; educação; segurança pública; habitação; desenvolvimento social e econômico. Se o Brasil chegou ao fundo do poço com esta crise, quem a gerou foram governos mafiosos e corruptos desde a gestão de Collor; Sarney; Fernando Henrique Cardoso; Lula; Dilma e Michel Temer.

 

Somente nestes governos dá para ter-se a dimensão do que o Brasil foi verdadeiramente saqueado nos cofres públicos. Os paraísos fiscais em que várias investigações realizadas mais recentemente por si só já demonstram o quanto a máfia no Brasil buscou refúgios fiscais e financeiros de dinheiro desviados por quadrilhas dentro destes governos. Além disto, estão a série de investigações realizadas dentro do Brasil pela Polícia Federal e Ministério Público Federal onde são milhares de processos contra corruptos e mafiosos que desviaram; roubaram dinheiro dos cofres públicos- dinheiro que é de todos os cidadãos deste país.

 

Portanto, se há agora uma espécie de freio nos gastos públicos em todo o Brasil, deve-se necessariamente a atender a real situação financeira do governo federal que pretende certamente corrigir o que antes era algo assustador em termos de liberação dos recursos públicos. Algumas medidas são necessárias em termos de administração pública quando a situação é caótica como a do Brasil. Mas, culpar somente o bando, as quadrilhas que geriram dinheiro público desviando centenas de bilhões dos cofres públicos ainda é pouco: deve-se levar todos os culpados desta roubalheira de dinheiro público para a prisão.

 

Poucos foram parar na prisão até hoje. Poucos, diante da amplitude de processos que ainda tramitam na esfera do Judiciário em todo o Brasil. Para que haja mais investimentos de recursos públicos e que realmente são necessários e urgentes desde a Educação; Saúde; Segurança Pública; Habitação; Desenvolvimento Social e Econômico para gerar mais empregos; é preciso que a Justiça Federal retenha todos os bens de quadrilhas e mafiosos; corruptos; e fazer com que o máximo se não todo o dinheiro roubado sejam devolvidos o mais breve possível aos cofres públicos deste país. E mais ainda: fazer com que daqui em diante não haja desperdícios de dinheiro público. Acabar com as mazelas, penduricalhos; benefícios exacebados existentes e que provocam a sangria nos cofres públicos deste país chamado Brasil.