Justiça determina quebra de sigilo bancário e fiscais do senador Flávio Bolsonaro (PSL) e de outros 88 ex-servidores do gabinete
A Justiça do Rio de Janeiro determinou a quebra do sigilo bancário e fiscal do senador Flávio Bolsonaro (PSL) e de 88 ex-servidores que atuaram no gabinete de Flávio Bolsonaro (PSL), quando ele atuava como deputado estadual no Rio de Janeiro.
As contas bancárias serão vasculhadas desde janeiro de 2007 até dezembro de 2018. Segundo O Globo; na edição de terça-feira (14; além de Flávio Bolsonaro (PSL), estão nestas investigações realizadas pelo Ministério Público e Polícia Federal; o ex-assessor de gabinete Fabrício Queiroz; as duas filhas de Queiroz, Nathalia e Evelyn, além da empresa Bolsotini Chocolates e Café Ltda, a mulher de Fabrício Queiroz; Márcia, a mulher de Flávio Bolsonaro; Fernanda Bolsonaro, bem como Danielle Nóbrega e Raimunda Magalhães - irmã e mãe do ex-PM Adriano Magalhães da Nóbrega, apontado como um dos líderes do Escritório do Crime - uma das principais milícias que atuam no Rio de Janeiro.
O COAF - Conselho de Controle de Atividades Financeiras, detectou na conta corrente de Fabrício de Queiroz, uma movimentação considerada atípica no valor de R$ 1,2 milhão entre janeiro de 2016 a janeiro de 2017. À Imprensa, o senador Flávio Bolsonaro (PSL), tem dito que nada fez de errado e que meses atrás já ocorrera amostragem pública de extratos bancários.