Lava Jato - Contas de empresas de fachada no Bradesco; Itaú; Santander e Caixa Econômica Federal (CEF), utilizadas por doleiros que operavam esquema de lavagem de dinheiro

Uma das ramificações das investigações da Operação \" Câmbio Desligo \" que descobriu até agora uma quadrilha ligada ao ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (MDB), mafioso e corrupto preso com pena de mais de duas centenas de anos; fez com que a Polícia Federal e Ministério Público Federal, descobrissem que doleiros envolvidos neste esquema criminoso; utilizaram empresas de fachadas e abriram contas bancárias para lavagem de dinheiro e pagamentos de propinas milionárias.

 

Somente nesta ação investigatória foi descoberto a movimentação financeira de mais de R$ 1,1 bilhão - sendo que cerca de 90% deste montante bilionário foi depositado em contas de fachada no Bradesco. Outros bancos como Itaú; Santander e Caixa Econômica Federal (CEF), também foram utilizados pelas quadrilhas visando este esquema de lavagem de dinheiro.

 

Segundo o Ministério Público Federal (MPF), a princípio, os bancos não devem ser responsabilizados, mas que há falhas no sistema de controle de aberturas e movimentações de contas com finalidade criminosa como desta de lavagem de dinheiro. O MPF vê falhas das instituições financeiras e controlar crimes prestados com ajuda de seus serviços.

 

No início da semana, alguns gerentes envolvidos neste esquema criminoso; foram presos pela Polícia Federal nesta Operação \" Câmbio Desligo \". Em delação à Justiça Federal, apontou um elo entre banqueiros e Odebrecht para pagamentos de propinas e que 11 bancos prestaram ajuda para pagar propinas, dizem delatores à Lava Jato.